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Desembargador que mandou soltar chefe do PCC é punido com aposentadoria compulsória

O CNJ concluiu que a soltura extrapolou os limites judiciais aceitáveis

Balanço Geral|Do R7

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O desembargador Divoncir Schreiner Maran foi punido com aposentadoria compulsória pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após autorizar a saída da prisão do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Gérson Palermo. A decisão ocorreu durante a pandemia, alegando problemas de saúde sem apresentar laudo médico. Após ser liberado, Palermo rompeu sua tornozeleira eletrônica e está foragido.

Palermo cumpria pena no presídio federal em Campo Grande (MS) por tráfico internacional e sequestro. O CNJ concluiu que a soltura extrapolou os limites judiciais aceitáveis. Investigações revelaram que o desembargador teria recebido pagamentos disfarçados como transações comerciais envolvendo gado.

A Polícia Federal investiga movimentações financeiras suspeitas na família Maran. O filho mais velho do desembargador estaria envolvido na lavagem de dinheiro ilícito através da compra e venda de gado.

Apesar das acusações graves contra Divoncir e seu filho, ambos continuam sob investigação enquanto Palermo permanece desaparecido. A defesa afirma que as decisões foram baseadas exclusivamente nas condições médicas apresentadas à época e contesta as interpretações feitas pelas autoridades investigativas sobre suas ações financeiras.




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