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A Hora da Venenosa completa dez anos de história no Balanço Geral

Por causa do grande sucesso, o quadro se transformou em uma franquia, atualmente exibida em 15 praças da RECORD 

Hora da Venenosa|Do R7

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Os apresentadores do Balanço Geral fizeram uma homenagem a Fabíola Reipert
Os apresentadores do Balanço Geral fizeram uma homenagem a Fabíola Reipert Edu Moraes/Divulgação RECORD

O Balanço Geral SP está em ritmo de festa! Reinaldo Gottino, Renato Lombardi, Fabíola Reipert e a cobra Judite comemoram juntos os dez anos de A Hora da Venenosa, mantendo, em todo esse período, a essência do quadro que, há uma década, continua como uma das atrações preferidas do público.

Uma receita de sucesso que tem pelo menos três ingredientes: as notícias das celebridades, as divertidas brincadeiras e provocações entre os apresentadores, e o entrosamento perfeito entre o quarteto, que não tem medo de destilar a verdade sobre o que Fabíola chama de "mundinho pantanoso dos famosos". 

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Um quarteto inusitado

Tudo começou quando uma cobra de pelúcia surgiu apenas como uma peça de cenografia no estúdio do Balanço Geral SP. Aos poucos, o bicho ganhou vida e a companhia de Fabíola Reipert, jornalista especializada em TV e celebridades, que comentava, no programa, as últimas novidades dos famosos. Foi assim até fevereiro de 2014, quando estreou como um quadro fixo, A Hora da Venenosa, na época apresentado por ela e Luiz Bacci. 

Alguns meses depois, Reinaldo Gottino assumiu o comando do Balanço Geral SP e da nova atração. “Quando cheguei, o quadro estava no ar há mais ou menos três meses. A gente ainda não tinha ideia de que se tornaria um sucesso tão grande, que chegaríamos a liderar a audiência em tantos momentos”, lembra o apresentador.

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"Não imaginava que estaríamos em uma história de dez anos que iria marcar a televisão brasileira. Num momento em que a TV aberta passa por tantas transformações, completar uma década no ar é um marco, um momento especial para ser celebrado. É um aniversário de que eu e toda a equipe nos orgulhamos muito”, comemora Gottino. 

"Acho que começamos de forma tímida, um pouquinho por dia, e fomos conquistando o público aos poucos. Subimos degrau por degrau. Hoje, a gente vê que as pessoas gostam do quadro pelo jeito descontraído que damos as notícias. Não fomos, exatamente, pioneiros ao falar de celebridades na TV, mas nós trouxemos mudanças e influenciamos o mercado. Depois de A Hora da Venenosa, o tema conquistou mais espaço em outras emissoras, adquiriu um novo status”, analisa Fabíola Reipert. 

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Renato Lombardi juntou-se à equipe só depois de ceder aos apelos dos colegas de programa, que, a todo momento, pediam que ele permanecesse no estúdio após encerrar sua participação como comentarista de segurança pública do Balanço Geral SP. A princípio, ficava ali apenas poucos minutos, depois um pouco mais... Até que se rendeu. E, enfim, tornou-se um membro fixo da atração, contagiado pelo clima descontraído do quadro e pela oportunidade de fazer um trabalho diferente após mais de 50 anos atuando como jornalista investigativo e policial.

"Achava que não tinha jeito para falar sobre o mundo artístico. Mas, me surpreendi com a aceitação do público", revela Lombardi. Ao fazer um balanço desse período, ele conclui: "Com o passar do tempo, fui separando as três horas de jornalismo do Balanço Geral SP com a meia hora da Venenosa, onde dá para falar coisas bem sérias e outras bem descontraídas, sem cair no que eu achava ridículo. Minha vida profissional sempre foi pautada na seriedade e na verdade. É assim sigo até hoje". 

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A Hora da Venenosa tem ainda a mascote amada pelo público, a Judite, que até aprendeu a falar. Hoje, a cobra cor-de-rosa mais famosa do país faz muito tempo que ganhou vida, interage com os apresentadores e não tem medo de dar sua opinião sobre as “fofocas” dos famosos... E, de vez em quando, ela até solta a voz armando uma verdadeira cantoria no estúdio!

Venenosas destilam "babados" por todo o Brasil

A reunião de talentos desse quarteto inusitado transformou A Hora da Venenosa em uma atração, extremamente, bem-sucedida, que passou a colecionar de números expressivos de audiência, e, até mesmo, de liderança, nas tardes da RECORD.

“A gente brinca, dá muita risada. O público percebe que tem muita verdade no nosso relacionamento, nessa amizade que eu, Fabíola e Lombardi acabamos levando para vida. É um caso de sucesso que acabou contagiando o Brasil! São muitas emissoras que implantaram a Venenosa, depois que perceberam o que estava acontecendo em São Paulo”, conta Gottino.

É fato: tamanho êxito inspirou a emissora a transformar o quadro em um formato que se espalhou pelo país. Atualmente, incluindo a versão paulista, 15 praças exibem o quadro, cada uma delas com apresentadores locais. 

Porto Alegre foi a primeira cidade a estrear uma versão regional, na época sob o comando de Mônica Fonseca. “Em 2015, um ano depois da estreia do quadro em São Paulo, recebi a missão de ser a primeira Venenosa de região e tive a oportunidade de me aproximar do público, em geral, falando do mundo caótico dos famosos. Com leveza e descontração, quebramos os paradigmas de que eles são tão diferentes de nós, meros mortais. Foi um desafio fazer o sucesso de São Paulo ser repetido no Rio Grande do Sul, mas conseguimos!”, conta Mônica.

Embora tenha começado no Sul, Mônica, atualmente, apresenta o quadro em Belo Horizonte, com o titular do Balanço Geral MG, Mauro Tramonte. “Em 2022, mudei para Minas Gerais para dar continuidade ao quadro que é muito querido na cidade. Além do cafezinho, os mineirinhos não perdem uma fofoca bem quentinha!”, brinca a apresentadora. 

Na capital federal, a atração também estreou em 2015, com Sabrinna Albert. “Inspirados pelo sucesso em São Paulo, começamos esse trabalho e já são nove anos à frente do quadro”, lembra a jornalista, que apresenta A Hora da Venenosa com Fred Linhares,

Ela ressalta que como nas outras praças, é preciso muito trabalho para manter a atenção do público: “Um dos nossos maiores desafios, ao falar sobre os assuntos mais comentados do momento e dos bastidores do mundo dos famosos, é mostrar que os temas são relevantes, curiosos e informativos, dentro de um jornal diário. Adicionalmente, ressalto o bom relacionamento com as Venenosas das outras praças. Mantemos contato, diariamente, para trocar informações e atualizar as notícias para soltar o veneno".

Tudo em família

A Hora da Venenosa se transformou, literalmente, numa família, com a chegada de Mabell Reipert, irmã de Fabíola, ao Balanço Geral RJ, exibido na capital fluminense. A jornalista, que também se especializou em celebridades, passou a apresentar, com Tino Júnior, A Hora da Venenosa no começo de fevereiro.

Mabell chegou ao Rio como uma veterana: ela já fez diversas participações especiais na versão paulista e, durante quatro anos, apresentou o quadro na RECORD Litoral e Vale, de São Paulo. “Minha irmã está no comando do quadro e foi a primeira Venenosa do Brasil. Nunca imaginei que faria parte deste programa. Mas quando me vi, estava sentada numa bancada, à frente de milhares de telespectadores. É uma honra para mim estar aqui e poder dizer que também faço parte desta história dos 10 anos da Venenosa”.

A Hora da Venenosa é um quadro do Balanço Geral, programa vai ao ar de segunda a sexta, às 11h50; e aos sábados, às 13h, na RECORD.

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