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Cidade Alerta
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"A investigação está se afunilando", afirma repórter do Cidade Alerta sobre o caso Lana

Bernardo Armani conta detalhes sobre a morte da criança que abalou a região do Grajaú (SP)

Cidade Alerta|Giovana Sobral, do site oficial

O repórter Bernardo Armani acompanhou o desenrolar da história
O repórter Bernardo Armani acompanhou o desenrolar da história O repórter Bernardo Armani acompanhou o desenrolar da história

Em mais um caso em que o Cidade Alerta impulsiona a solução, o desaparecimento e morte da menina Lana chamou a atenção dos telespectadores do telejornal na última semana. A criança de oito anos desapareceu no Grajaú, zona sul de São Paulo, e foi encontrada morta dias depois, dentro de um poço na região.

A partir daí, a polícia iniciou um trabalho de investigação aprofundado, enquanto o jornalístico trouxe detalhes do que já se sabia sobre o caso, na esperança de que tudo fosse esclarecido.

Para os investigadores, não havia dúvida de que era o corpo da menina no local: “O próprio delegado do caso, só de olhar para dentro do poço, já confirmou que era a menina pelos traços e pela camiseta que ela usava”, conta o repórter Bernardo Armani, que acompanhou o desenrolar da história.

Imagens de câmeras de segurança mostram uma pista fundamental antes do desaparecimento: Lana sai de casa tranquila, na companhia do vizinho, um adolescente de 14 anos. Com as imagens do circuito, agentes da polícia conseguiram saber por onde começar a procurá-la.

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Em depoimento, o menor confessou ter vendido Lana por R$ 100 para um homem conhecido na região como “Cicatriz”. No entanto, com tantas peças desse ‘quebra-cabeças’ faltando, ficava difícil criar uma versão plausível sobre o que teria acontecido.

A polícia começou a trabalhar com o descarte de algumas hipóteses. Patrícia, a mãe de Lana, quando questionada sobre ter ‘abandonado’ a filha em casa no momento do sumiço, se defendeu.

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A mulher diz ter saído para ir ao mercado e esclareceu que estava tão aflita quanto a população que ajudava nas buscas pela criança. Os laudos que vão comprovar se a jovem sofreu ou não abuso sexual ainda estão em processo de emissão.

Mesmo com as descobertas, o caso se torna cada vez mais intrigante. Quem teria motivos para matar uma criança? A polícia, apesar de investigar muitas pessoas, não considera todas suspeitas. “Fica uma grande interrogação, porque esse adolescente cresceu ao lado dela [Lana], são muitos anos de convívio com a família”, observa o jornalista.

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Bernardo conta que ainda faltam muitos elementos para que o caso seja completamente resolvido. Para isso, a polícia “volta” ao momento em que o corpo de Lana foi encontrado e examina todos os fatores: quem estava com a menina, onde o corpo foi encontrado, quem o achou e como todas as informações já levadas em consideração se encaixam. “A investigação está se afunilando e avançando para, no fim, confirmar uma única hipótese”, encerra o repórter.

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O Cidade Alerta vai ao ar de segunda a sexta, às 16h45, e aos sábados, a partir das 17h, na Record TV.

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