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Domingo da Gente
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"Já temos Naldo, Joelma e Latino confirmados para as próximas gravações", revela Vildomar Batista

Em entrevista para o R7, diretor do Domingo da Gente fala sobre os desafios do programa

Domingo da Gente|Malu Simões, Do R7

Adriane Galisteu, apresentadora que estrou o Domingo da Gente na Record
Adriane Galisteu, apresentadora que estrou o Domingo da Gente na Record Adriane Galisteu, apresentadora que estrou o Domingo da Gente na Record

O Domingo da Gente completa o número de dez programas no ar. Umdos projetos mais inovadores da emissora, ganha estilo próprio a cada exibição. As principais especulações são para saber os nomes confirmados para comandar as próximas gravações da atração. O diretor Vildomar Batista falou sobre o critério de escolha dos artistas, das brincadeiras e do conteúdo que tanto agrada os telespectadores. Confira!

R7: Qual é o desafio de dirigir e fazer programas com pessoas que não são apresentadores?

Vildomar Batista: Quando você pega um produto que tem um apresentador definido, você faz o piloto com ele, depois estabelece uma rotina de trabalho. O Domingo da Gente não tem um apresentador definido, então cada programa é um programa a ser feito, é um novo produto a ser desenvolvido, um novo roteiro trabalhado exclusivamente para aquele artista que irá comandar somente aquele programa. Eu considero o Domingo da Gente um dos programas mais desafiadores que eu já fiz ao longo dos 28 anos de carreira que tenho na televisão. Continua sendo um projeto extremamente desafiador e difícil de fazer. Mas eu tenho a impressão que ele atendeu as expectativas da casa, não só na questão da audiência, mas também da qualidade. A casa tem se mostrado muito satisfeita com aquilo que a gente tem colocado no ar.

R7: Algo mudou em relação ao projeto inicial?

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Vildomar: A ideia original do programa permanece a mesma, que era de ter um programa de auditório e variedades comandado a cada semana por um artista diferente. O que nos levou a promover algumas mudanças, foi no sentido de adaptar uma parte desse conteúdo para a pessoa que está apresentando. Foram feitos alguns ajustes. A linha editorial de que seria o mesmo programa toda semana acabou não existindo. Mas a essência é a mesma.

R7: Qual é o critério para escolher os apresentadores?

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Vildomar: A escolha é feita pela direção da emissora. A gente leva sugestões e a casa faz a escolha dos nomes e as vezes a própria casa tem os nomes. É evidente que nós, aqui da Record, fazemos televisão para o público e damos valor no que os telespectadores falam. Mas, lamentavelmente, muitas sugestões esbarram na condição do artista de poder fazer o programa. Inclusive alguns artistas são contratados de outras emissoras. E outros artistas, que não são contratados e poderiam fazer o trabalho com a gente, por uma questão de agenda, não conseguem conciliar com os nossos horários de gravação. Mas não atrapalhou nosso cronograma de gravação e aquilo que a gente esperava que fosse o Domingo da Gente. Para as próximas gravações, já temos três nomes confirmados: Joelma do Calipso, Naldo e o Latino.

Ticiane Pinheiro e Roberto Justus durante o quadro "Pra Quem Você Diria"
Ticiane Pinheiro e Roberto Justus durante o quadro "Pra Quem Você Diria" Ticiane Pinheiro e Roberto Justus durante o quadro "Pra Quem Você Diria"

R7: Os quadros de intimidade do artista e as brincadeiras, foram uma aposta ou você já tinha um retorno de que iria fazer sucesso com o público?

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Vildomar: Eu tenho observado ao longo do tempo na televisão que o espectador/ plateia leva sempre a pior nos programas e o artista se diverte vendo o povo se dar mal. E a ideia, que não é original, nós não desenvolvemos, foi uma brincadeira que a gente pegou na internet, um talkshow internacional promove isso, fez a gente entender que era o momento do pessoal se vingar do artista e vê-los nesses momentos de brincadeira e de se sujar, de pagar mico. Isso foi bem aceito pelo telespectador. Ninguém teve problema de gravar, mas deixei muito a critério do artista. Quem não quis, não fez. Eu acho que não é legal constranger ninguém, fazer uma coisa que ele não se sentir bem, ficar mal no vídeo. Isso não é legal. A gente mostra a ideia, vídeos, referências, o artista se simpatiza e faz. Fiquei muito surpreso quando a Ivete Sangalo topou fazer com a Kelly Key, em uma externa que vai ao ar nesse domingo, a brincadeira do ovo. A grande estrela, diva que é e topar. Qualquer outro ficaria cheio de dedos. Ela mostra dentro da sua genialidade que é madura e humilde e que entende esse gosto do povo.

R7: Quais são as dificuldade de fazer um programa de quatro horas e aos domingos?

Vildomar: Eu conheço duas emissoras que fazem programas de auditório com quatro horas de duração. A Record é a principal delas. Fazer o Domingo da Gente se tornou muito mais desafiador pelo fato de você pegar um artista que não é um apresentador, transformá-lo em um e ainda gerar conteúdos externos com eles comandando. Entrevistas, quadros e muitas vezes a gente ficou aqui dentro do estúdio oito horas, dez horas gravando porque o artista não tinha data e porque a dinâmica era complicada. Eu diria que beira a loucura fazer um programa de quatros horas e quinze com artista que não está habituado a fazer esse tipo de produto e não ter piloto, e levar para a edição e fazer aquilo ser exibido com qualidade. Era importante para a Record abrir espaço para esses novos talentos, mas a emissora também tinha a preocupação de fazer com quem o artista se sentisse bem sem ficar perdido. Nenhum deles fez uma imposição “eu vou fazer para ganhar algo”. Foi uma troca de carinho entre a casa e o artista.

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