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Pan Lima 2019
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Aos 68 anos, Cláudio Biekarck busca 10ª medalha em Pan-Americanos

Velejador da classe Lightning avalia que disputa deste ano será a mais difícil encarada por ele desde a 1ª participação na competição, em 1975

Pan Lima 2019|Alexandre Garcia, do R7


Biekarck terá 68 anos e 3 meses e 9 dias na 1ª regata
Biekarck terá 68 anos e 3 meses e 9 dias na 1ª regata

Quando colocar o barco nas águas do Oceano Pacífico para disputar as duas primeiras regatas da Lightning nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019, em 3 de agosto, o velejador Cláudio Biekarck terá 68 anos, 3 meses e 9 dias completos.

Atleta mais velho da delegação brasileira, Biekarck garante que irá em busca da 10ª medalha da competição para aumentar sua coleção que já conta com um ouro, três pratas e cinco bronzes.

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“A gente sempre vai com a expectativa e a confiança de que dá para conquistar um lugar no pódio”, afirma o velejador, que disputa o Pan desde os Jogos da Cidade do México, em 1975.

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Na avaliação de Biekarck, a disputa da Lightning deste ano será a mais difícil encarada por ele em Pan-Americanos. Ele cita como concorrentes diretos ao pódio os argentinos, atuais bicampeões mundiais, os chilenos e os norte-americanos. “Vai ser uma disputa bem acirrada”, prevê.

Equipe

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Na busca por mais uma medalha em Lima, Biekarck disputará as regatas mais uma vez ao lado do parceiro Gunnar Ficker, com quem divide o barco desde quando resolveu trocar de classe, após as Olimpíadas de Moscou.

“O Gunnar é um amigo de clube que, quando em 1980 eu resolvi parar de velejar de Finn, a gente acabou comprando um Lightning e desde então velejamos juntos”, recorda Biekarck.

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Cláudio Biekarck e Gunnar Ficker velejam juntos desde 1980
Cláudio Biekarck e Gunnar Ficker velejam juntos desde 1980

Neste ano, dupla será acompanhada por Isabel Ficker, filha de Gunnar. “Ela estava disposta a se dedicar e fazer parte da tripulação. Vai ser um prazer levar a filha do meu proeiro”, diz o velejador de 68 anos.

Veja também: Conheça os destaques brasileiros do Pan Lima 2019

Para os jogos, o trio vai levar uma embarcação própria para no mar de Lima, o que Biekarck avalia ser um fator positivo na disputa. “Nós vamos chegar lá para sentar no barco e sair velejando, já acostumado com todos os controles. Isso tem um peso, porque quando você vai com um equipamento alugado é necessário adaptar o jeito de velejar”, destaca o velejador.

No barco, de 318 kg e 5,81 m de comprimento, cada um dos tripulantes tem uma função específica, conforme explica o veterano da equipe: “Eu faço o leme, o Gunnar me ajuda na tática e leva a vela balão, utilizada nos ventos folgados, e a Isabel faz a proa, cuida da vela da frente, faz o balanço do barco e realiza todas as manobras da frente da embarcação.”

A presença de ao menos um atleta de cada sexo nas equipes da classe Lightning passou a ser exigida no Pan de Toronto, em 2015, quando Biekarck e Gunnar conquistaram o bronze ao lado de Maria Hackerott.

Recordações

Equipe de Biekarck fisgou bronze em Toronto 2015
Equipe de Biekarck fisgou bronze em Toronto 2015

Ao comentar a respeito das memórias dos 44 anos de participação em Pan-Americanos, Biekarck classifica os jogos de Caracas (1983) e Toronto (2015) como as duas mais marcantes.

“Em Caracas, a vela foi muito bem. Era uma equipe bastante coesa e tivemos o incidente com um americano que foi fuçar no nosso barco e abou sendo punido por isso”, recorda o velejador, que subiu ao posto mais alto do pódio ao final das regatas na cidade venezuelana.

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Ao comentar sobre o Pan de Toronto, ele atribui a lembrança positiva ao fato da equipe brasileira ter chegado na última colocação na regata final da competição. “Conseguimos na ‘medal race’ ir buscar uma medalhinha de bronze para o Brasil”, comemora.

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A Record TV é a emissora oficial dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019. Você pode acompanhar os eventos ao vivo no R7.com e conferir todas as transmissões e as íntegras no Playplus.com.

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