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A Fazenda 18

Kathy Maravilha comenta perrengues rurais e relembra treta favorita de A Fazenda: ‘Cabo de guerra do edredom’

A DJ e dançarina ainda comentou sobre o fim da amizade com Carol Lekker e deu detalhes sobre a rotina no trato dos animais

Entrevistas|Maria Clara Lentz*, do site oficial

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Kathy Maravilha Reprodução/Instagram @djkathymaravilha

Dessa vez ela não está passando mal! Kathy Maravilha é mais uma ex-peoa que participou de A Fazenda e saiu com a certeza de que viveu uma das experiências mais intensas de sua vida.

Em conversa com o site oficial, a ex-integrante do grupo musical “Bonde das Maravilhas”, confessou do que se arrepende, comentou como eram os bastidores dos tratos dos animais, revelou com quem ainda mantém contato do elenco, e muito mais.


O rompimento da amizade “Casca de bala”

Ao longo de A Fazenda 17, a DJ costumava ter uma boa relação com a maioria dos colegas, mas desde o começo sua principal aliada era Carol Lekker. A dupla inclusive costumava se chamar de “casca de bala”, fazendo referência à uma música com esse mesmo nome que fala sobre uma amizade para todas as horas.

Mas parece que as coisas azedaram aqui fora, já que Kathy afirmou que ambas não possuem mais nenhum tipo de relação: “Eu e a Carol não nos falamos desde que ela foi expulsa. Aí quando eu saí e assisti algumas coisas que não me agradaram, decidi não manter contato”.


“Eu e a Carol [Lekker] não nos falamos desde que ela foi expulsa. Aí quando eu saí e assisti algumas coisas que não me agradaram, decidi não manter contato”

(Kathy Maravilha )

Agora ex-amigas, dentro da sede elas fizeram parte de um grupo que rachou aos poucos, intitulado de “Grupo Total”. Os integrantes eram: Dudu Camargo, Saory Cardoso, Gaby Spanic, Yoná Souza, Duda Wendling, Matheus Martins e Tàmires Assis. Dessa galera, Kathy mantém contato com apenas uma peoa aqui fora, enquanto os outros eram de grupos diferentes.

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“A pessoa que eu mais falo é a Duda. Nos falamos quase todo dia, a gente só não consegue se ver tanto por conta da nossa rotina mesmo. Ela trabalha muito durante a semana, aí final de semana quando eu estou livre ela está trabalhando e vice-versa. Também falo com o Nizam e com o Mesquita”.


Fogo no feno!

A sede pegou fogo durante A Fazenda 17, e apesar de ter um perfil considerado mais tranquilo, a dançarina esteve no meio de algumas das tretas que mais marcaram a temporada e elencou as suas favoritas:

“Eu acho que colocaria a treta do cabo de guerra do edredom em primeiro, porque zerou tudo. Não sabia que tinha tido tanta repercussão. Quando fui eliminada, me falaram que pediram expulsão e eu falei ‘gente, eu não lembrava que tinha carregado a menina pelos braços daquele jeito’, porque lá na hora a gente não tem a percepção. Em segundo lugar, o dia que eu joguei a água na Yoná, depois que ela molhou as cobertas durante a festa; e em terceiro e último, a minha treta na final com a Saory”.


Uma nova Kathy?

Kathy admitiu que se arrepende de não ter entrado mais no jogo, e de ter adotado uma postura honesta em meio ao caos que acontecia ali. A ex-peoa também fez questão de frisar que se fosse convidada para uma nova edição, seria completamente diferente:

“Me arrependo, se eu fosse hoje, teria feito um jogo totalmente sujo, não teria sido tão honesta como eu fui não. Aí quando eu saí, eu vi as coisas que o povo fazia, eu falei, ‘ué gente, se era para fazer isso, então eu teria feito. Todo mundo que me pergunta eu falo ‘deveria ter sido uma sacana’. Se fosse hoje, eu seria terrível. Iria ficar atrás daquele povo caçando confusão o tempo todo, prestar atenção no que estão fazendo até se eu tivesse debaixo das cobertas. Eu nem iria dormir naquele reality”.

Ela também avalia o quão eficiente é a estratégia de entrar em um grupo para jogar junto com outras pessoas, e automaticamente, tentar escapar da Roça e conseguir chegar mais perto do prêmio;

“Acho que vale a pena a gente formar grupo sim, porque acaba que os votos são importantes para o jogo. Mas você tem que se juntar com as pessoas certas. Mesmo que vença só um, é bom você ter aliados para jogar na hora da somatória de votos, porque às vezes esses votos conseguem te salvar. Então, é importante sim você ter um grupo, mas sabendo que só ganha um”.

“Você tem que se juntar com as pessoas certas. Mesmo que vença só um, é bom você ter aliados para jogar”

(Kathy Maravilha )

Convivência na casa

A DJ classificou a convivência com pessoas de costumes diferentes como a parte mais difícil do confinamento: “O mais difícil para mim foi lidar mesmo com as pessoas. Principalmente quem foi para lá achando que estava em uma colônia de férias”.

E não para por aí! Kathy hablou mais sobre o comportamento de alguns peões no dia a dia da casa, e ainda garantiu que fazer as tarefas domésticas e o trato pesado dos bichos nunca foi um problema para ela:

“Todo mundo entra para A Fazenda sabendo as funções que tem que fazer. E tinham umas pessoas que não faziam isso, e se faziam era mal feito. Tinha uma galera preguiçosa, que não gostava de fazer as coisas em casa. Deve ter alguém que faça as coisas por eles aqui fora. Trabalhar não me incomodava, nem a saudade da família. Eu fui preparada para ficar os três meses e fiquei. Acho que era mais complicado esse convívio com as pessoas mesmo, que têm costumes e educação diferentes”.

“Tinha uma galera preguiçosa, que não gostava de fazer as coisas em casa. Deve ter alguém que faça as coisas por eles aqui fora. Trabalhar não me incomodava”

(Kathy Maravilha)

Rotina dos animais

A dançarina passou por todos os tratos dos animais durante sua passagem por Itapecerica e relembrou os “perrengues rurais” que passou com eles:

“Eu gostava muito das aves, para mim era o mais tranquilo. O mais arriscado desse trato era o laguinho encher e você tomar punição. E o mais difícil era o Apolo, porque na minha opinião, ele era mais pesado do que o búfalo. Porque o búfalo era mais uma questão de tática. Já o Apolo era babado. Ele fazia muita bagunça lá dentro, quebrava o filtro... Então, eu sofri na semana que fiquei encarregada de cuidar dele”.

A ex-peoa ainda falou mais sobre sua relação com o cavalo Apolo e revelou que antes de entrar no reality recebeu um treinamento sobre como lidar com esse tipo de animal:

“Comigo ele (Apolo) foi dócil, porque com os outros ele até mordia. Eu falei que era energia pesado do povo, mas ninguém acreditou em mim. A galera ficava passada. Ele vinha, eu colocava o negócio dele, tudo direitinho. É porque quando fui fazer as fotos para A Fazenda, me falaram que quando eu fosse lidar com o cavalo, deveria mostrar que eu estava no comando, que era a dona da situação e tudo mais. Porque se ele sentir que você está com medo, já era”.

Diva sensata!

Antes de encerrar o bate-papo, Kathy aconselhou os peões que estarão em A Fazenda 18 sobre o que não fazer lá dentro. A dica foi simples, mas muito sábia: “Não se metam na briga de ninguém, deixem tudo acontecer e façam o seu. É isso”.

*Estagiária sob supervisão de Juliana Lambert

Acesse o RecordPlus para rever as emoções de A Fazenda. Fique ligado no site oficial da RECORD para acompanhar todas as novidades. E não se esqueça: A Fazenda 18 estreia no dia 14 de setembro!

Veja também: Carelli mostra imagens exclusivas da sede de A Fazenda

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