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Luiz Fara Monteiro revela técnica infalível para vencer o Acerte ou Caia!: ‘Esquecer a pressão do cronômetro e focar no raciocínio’

O âncora do Fala Brasil também falou sobre a paixão pela aviação e relembrou momentos importantes da sua carreira na RECORD

Entrevistas|Ana Damasio*,

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Fara conta como sua paixão pela aviação surgiu Edu Moraes/RECORD

Um grande jornalista, e agora um vencedor de game show! Luiz Fara Monteiro, âncora do Fala Brasil, levou a melhor no Acerte ou Caia! deste domingo (22) e faturou R$ 20.501!

Em entrevista ao site oficial, Fara compartilhou a experiência de participar do programa comandado por Tom Cavalcante e contou detalhes de seus 18 anos de carreira na RECORD.


Com sorte e muita inteligência, o jornalista conseguiu escapar do que mais temia quando aceitou participar do programa: o buraco. Segundo Fara, a queda que já assusta quem assiste de casa, causa muito mais tremor pessoalmente.

“Lembro que a partir do momento em que aceitei o convite, eu só pensava na queda do buraco, né? Porque a gente assiste pela TV, e pessoalmente é ainda mais assustador, o barulho durante a queda, quando o buraco se abre e os convidados caem é enorme, você realmente se assusta. Ao contrário do que muita gente imagina, nós participantes não sabemos o que tem lá embaixo, mesmo estando no estúdio, você não sabe o que te espera, então eu passei praticamente o programa todo imaginando como seria a hora em que eu fosse cair, mas por sorte, não precisei passar por essa experiência”.


“Passei praticamente o programa todo imaginando como seria a hora em que eu fosse cair, mas por sorte, não precisei passar por essa experiência”

(Luiz Fara Monteiro)

Para Fara, foi uma grande honra estar em um programa apresentado pelo Tom Cavalcante, algo que ele jamais imaginou que aconteceria, porque até pensar que um dia os dois trabalhariam na mesma emissora parecia um sonho distante. O jornalista não economizou elogios, e contou sobre o dia em que conheceu Tom.

“O Tom é um ídolo que tenho há muitos anos, antes mesmo de eu sequer sonhar que um dia ia conhecê-lo pessoalmente e trabalhar na mesma emissora que ele. A gente se conheceu em dezembro do ano passado, no Família Record, e ele foi muito receptivo, muito gentil, muito educado”.


Apesar de todo medo, o apresentador conseguiu tranquilizar os competidores com seu carisma: “Na gravação do Acerte ou Caia! fomos muito bem recebidos, ele fez brincadeiras, piadas, tentou tranquilizar a gente na maior parte do tempo, a maneira como ele recebe os convidados deixa a gente muito mais relaxado para participar do programa. Eu adorei ter essa experiência de participar de uma gravação de TV junto ao grande Tom Cavalcante”.

Por falta de tempo e como forma de driblar o nervosismo, o âncora do Fala Brasil não estudou antes de subir ao palco: “Não treinei nem um pouco. Para começar que não tive tempo de treinar, e eu não quis me preocupar com isso, para não ficar mais nervoso ainda. Eu pensei: ‘Bom, seja o que Deus quiser, vou na cara e na coragem’. Então fui com a cabeça bem fresca, tentando não me pressionar para não chegar lá e ficar tenso”.


Sem treinamento, ele usou uma tática simples, mas muito eficiente no momento de pressão: “Procurei lidar com muita tranquilidade, tentei esquecer a pressão do cronômetro e focar no meu raciocínio para tentar chegar à resposta correta. Essa foi tática que usei para poder felizmente ganhar o programa”.

Vantagem no jogo

A profissão de Fara lhe deu uma grande vantagem, porque no imaginário da maioria das pessoas, os jornalistas possuem um vasto conhecimento sobre todos os assuntos, o que em algum nível pode até ser verdade, de fato é preciso saber pelo menos um pouco de diferentes tema, mas “tudo” é uma palavra forte.

Ele não começou como líder, e o medo do embate direto com um jornalista fez com que ele fosse o último a ser escolhido: “Não comecei como líder. Inclusive, a gente sabe que quando tem jornalistas no elenco, os líderes evitam se confrontar com a gente de imediato, porque eles imaginam que o jornalista sabe tudo, o que não é verdade, o jornalista sabe um pouco de vários assuntos, mas não sabe tudo. Então, eu meio que fui deixado para o final, e acho que foi algo bom, porque não passei o tempo todo respondendo aquela quantidade de perguntas como a líder. Acho que fui o último a ser escolhido e ganhei no embate direto”.

Destino do prêmio e viagem dos sonhos

Luiz Fara confessa que não fez planos para o dinheiro antes de entrar no estúdio, mas, agora, com o prêmio em mãos, ele já sabe como irá gastar o valor: “Irei doar uma parte, e talvez usar a outra para viajar com minha esposa e meus filhos. Acho que o destino do dinheiro será esse, uma viagem bacana com minha família“.

E qual seria o destino da viagem? Que lugares Fara, que já rodou o mundo viajando a trabalho, ainda não visitou? Ele compartilha qual é o seu destino dos sonhos.

“Eu tenho o sonho de conhecer São Petersburgo, na Rússia, então quem sabe eu não viajo para lá, embora a situação agora não esteja favorável por conta da guerra entre a Rússia e Ucrânia, é um lugar que tenho muita vontade de conhecer“.

Fala Brasil e saudades dos tempos de repórter

Em 2025, Fara passou por uma grande mudança em sua vida profissional e pessoal: Mudar de Brasília, cidade que morou por mais de 40 anos, para São Paulo. O convite para assumir a bancada do Fala Brasil, uma oportunidade incrível na carreira de qualquer jornalista, veio acompanhado de um desafio.

“O maior desafio foi minha mudança física de Brasília para São Paulo. Quando o vice-presidente de jornalismo da RECORD me convidou, senti um frio na barriga muito grande e falei para ele: ‘Eu estou morando em Brasília há quase 40 anos, estou acostumado com a rotina daqui, e São Paulo vai ser uma mudança muito drástica para mim e para a minha família’, e ele foi muito legal porque me tranquilizou bastante em relação ao apoio que a empresa daria. Então, essa foi a parte mais difícil para mim, colocar na minha cabeça que haveria essa mudança de uma cidade para outra".

O medo e a incerteza foram superados, e o apresentador não poderia estar mais realizado: “Apresentar o Fala Brasil é uma experiência extraordinária, porque as pessoas que fazem o programa são muito legais, os repórteres são muito competentes, os editores e editores-chefes são muito profissionais, e eles fazem daquele período da manhã ser uma experiência leve, e eu estou amando, estou adorando a experiência de acordar de madrugada para vir trabalhar e apresentar o jornal. Aquilo que parecia uma experiência possivelmente traumática, está sendo uma situação muito bacana“.

Em 18 anos de carreira na RECORD, Luiz Fara atuou em diferentes funções, em diferentes programas, e mesmo satisfeito com o papel que cumpre no Fala Brasil, a saudades dos tempos de repórter existe.

“Fui repórter durante muito tempo, fui correspondente internacional na África do Sul entre 2008 e 2010, cobrindo os preparativos para a Copa do Mundo, que foi a primeira da FIFA no continente africano, e também cobri as viagens da Presidência da República durante vários governos. Todo repórter quando troca a rua pela bancada sente muita falta. Ainda hoje, quando vejo meus colegas de outras emissoras fazendo as viagens presidenciais, me bate uma saudade muito grande, vontade de também estar lá, porque essas experiências eram muito boas. Apesar da dificuldade e da pressão do trabalho, a gente confraternizava, éramos muito unidos, independente de sermos de emissoras diferentes. Então, eu sinto falta dessa experiência, de se reunir com os outros repórteres, com os outros cinegrafistas, produtores e curtir”.

Fara aconselhou os jornalistas que sonham em construir uma carreira como a dele, destacando as habilidade, que em sua opinião, são essências em um bom jornalista.

“O que é essencial para ser um bom jornalista, independente se você está na bancada ou não, é se dedicar a profissão, lendo, se atualizando, pesquisando, se inteirando do maior número de assuntos possíveis: política, economia, cotidiano, turismo, lazer, qualquer coisa. Acho que os alunos e profissionais têm que se especializar, porque tem muitos concorrentes, muita gente se formando em jornalismo, muitos jornalistas no mercado. O diferencial é você ser expert naquilo que você tem interesse, para ter uma qualidade um pouco maior do que os outros”.

Para quem deseja assumir a bancada, Fara deu uma dica básica, mas especial: “É preciso ser uma pessoa muito comunicativa, com raciocínio rápido e conhecimento técnico específico para lidar com todas as situações em um jornal ao vivo, e claro, ter uma experiência e uma bagagem como repórter, produtor ou editor, para que você chegue lá gabaritando a função de apresentador, que não é das mais fáceis”.

O apresentador contou um pouco da sua experiência pessoal no jornalismo, para ele, assumir a bancada de um grande jornal foi uma surpresa: “Nunca imaginei que eu atuaria na bancada, eu era repórter e estava satisfeito, enxergava a bancada como algo distante, que não tinha nada a ver com o meu perfil e com a posição que eu ocupava, e de repente veio o convite, então isso foi uma surpresa para mim, mas imagino que esse convite tenha vindo porque o jornalismo da emissora percebeu a minha paixão e dedicação pela profissão, também a experiência que eu tinha em cobertura, acredito que foi a soma dessas situações que me levaram até a bancada”.

África do Sul

Outra grande oportunidade na trajetória profissional de Fara, foi sua mudança do Brasil para a África do Sul em 2008. O jornalista morou no país até 2010, no período ele trabalhou como correspondente internacional, cobrindo os preparativos da Copa do Mundo. A experiência mudou sua visão de mundo e fez com que ele desenvolvesse um amor gigantesco pelo país e pelo continente.

“Aqui no Brasil a gente conhecia e ainda conhece muito pouco do continente africano, há algum tempo atrás a visão que nós brasileiros tínhamos, era que a África é um continente de extrema pobreza, que só tem pessoas passando fome e tudo mais, e na verdade não é bem assim, especialmente África do Sul, que é um dos países mais desenvolvidos dos 54 países que formam o continente. Então na época em que eu morei lá, me surpreendi muito positivamente, primeiro com a qualidade de vida, segundo com a infraestrutura do país, as estradas lá mesmo em 2008 já eram muito boas, os aeroportos excelentes, tudo isso me surpreendeu muito, então para mim foi uma experiência muito boa”.

E ele vai além, o período na África do Sul foi tão bom que o desejo de sua aposentadora é voltar a morar no país: “Costumo dizer até hoje que se eu não tivesse que voltar naquele período para o Brasil, eu estaria até hoje lá muito satisfeito e tem inclusive um plano pessoal de quando me aposentar ir morar na cidade na África do Sul, na cidade do Cabo que foi a cidade onde eu me casei com a minha esposa é uma cidade maravilhosa uma cidade turística a cidade turística mais visitada do continente africano praticamente então eu tenho muito boas recordações foi uma experiência maravilhosa e por mim eu ainda estaria lá”.

Amor pela a aviação

Um fato sobre o jornalista é o seu amor pela a aviação! A paixão vem da infância e acompanhou Fara por toda sua vida. Conhecido por isso, ele ganhou seu próprio blog sobre o tema no R7.com: Aviação por Luiz Fara Monteiro.

“Eu sou apaixonado por aviação, sempre fui, e à medida que fui crescendo, fui me especializando e estudando cada vez mais, e hoje eu tenho um blog no R7.com que fala sobre aviação, com uma repercussão muito grande e é respeitado pelas companhias aéreas e profissionais de aviação. Sempre procuro atualizar com as principais noticias do setor, não importa a hora, se tiver uma informação importante seja de manhã ou de madrugada, eu levanto da cama, pego o computador e vou escrever“.

“Tenho um blog no R7.com que fala sobre aviação, com uma repercussão muito grande e é respeitado pelas companhias aéreas e profissionais de aviação"

(Luiz Fara Monteiro sobre seu blog Aviação, no R7.com)

O que pode soar como mais uma responsabilidade de trabalho, na verdade, é um prazer para o âncora do Fala Brasil. Para ele, escrever sobre esse assunto que tanto ama é uma forma de lazer: “Não considero o blog um trabalho, para mim é um prazer muito grande escrever sobre aviação, mesmo que exija uma responsabilidade e um conhecimento técnico muito grande, então procuro sempre pesquisar e apurar com muito cuidado e cautela, porque são assuntos muito sensíveis, e no meu caso, tenho a preocupação de traduzir a aviação para o leitor, porque muita gente acha que é algo perigoso, e não é. Eu não sou piloto ainda, então sempre procuro diversas fontes para ter certeza daquilo que estou escrevendo. Escrever pro blog é uma honra“.

Talvez você pense que o assunto é um interesse não tão comum e questione: “Como isso surgiu na vida do jornalista?”. Quando criança, Fara morava próximo ao Aeroporto Galeão [No Rio de Janeiro], e gostava de observar os aviões voando por cima de sua casa, o que fez ele criar curiosidade.

“Na infância, eu morava na rota de aproximação do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, então os aviões passavam muito baixos sobre a minha casa, e não tinha como não olhar. Tinha um tio meu que também gostava muito, ele me ensinou muita coisa, então eu aprendi a distinguir o modelo de avião, as companhias aéreas, e comecei a pegar gosto pela coisa. Coincidentemente, três familiares trabalhavam em uma companhia, e me levaram para conhecer os aviões, e isso só aumentou a minha paixão pela aviação. Mas começou em casa, vendo os aviões passando baixinho”.

Agora, ele planeja fazer um curso de piloto de avião, tanto para poder escrever com mais propriedade no blog, quanto pelo prazer de comandar uma aeronave: “Muita gente acha que eu tenho um sonho enlouquecido de ser piloto, mas não é bem assim. Como eu gosto e escrevo sobre a aviação, coloquei na minha cabeça que cedo ou tarde vou fazer o curso de piloto, o primeiro motivo é para poder escrever com mais propriedade, e segundo que voar é uma maravilha, a sensação de comandar uma aeronave. Então não é que eu quero ser piloto, mas quero a licença para ter um conhecimento ainda maior sobre esse assunto que eu amo tanto”.

Para concluir, Fara escolheu duas pessoas que adoraria enfrentar em outra oportunidade no Acerte ou Caia!, e uma coisa eu te garanto, são participantes de peso!

“Eu escolheria duas pessoas, duas colegas que eu acho que seriam um páreo difícil no Acerte ou Caia!. Convidaria a minha colega Christina Lemos, e também a minha colega repórter e apresentadora Giovanna Risardo. Acho que são pessoas que têm um vasto conhecimento e uma bagagem cultural muito grande, elas seriam boas adversários no programa”.

O Acerte ou Caia! é uma produção da Boxfish, com direção de David Feldon e direção Artística de Cesar Barreto, que vai ao ar nas tardes de domingo da RECORD.

Todas as edições do programa podem ser acessadas na íntegra no RecordPlus, a plataforma de streaming da emissora.

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