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Miguel Nader celebra reencontro com Tom Cavalcante após 25 anos: ‘Fiquei emocionado’

O ator, que participa do Acerte ou Caia! deste domingo (29), ainda revisitou momentos da carreira e falou sobre sua amizade com Leandro Hassum

Entrevistas|Maria Clara Lentz* do site oficial

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Miguel também surpreendeu ao revelar o que pretende fazer com o prêmio do Acerte ou Caia! Edu Moraes/RECORD

Miguel Nader trouxe todo seu talento e carisma para o Acerte ou Caia! que vai ao ar neste domingo (29) e viveu umas das experiências mais divertidas da televisão brasileira. Em entrevista ao site oficial, o ator abriu o coração sobre carreira, falou sobre sua amizade com Leandro Hassum, e o tão aguardado reencontro com Tom Cavalcante.

“Topei participar na hora por ser um convite do Tom. Nós trabalhamos juntos na época em que ele interpretava o personagem Pit Bicha, em 2001. Então, encontrá-lo, para mim, seria um resgate há 25 anos, e foi um prazer estar com ele na RECORD, a casa que eu gosto muito, já fiz alguns trabalhos e sempre fui muito bem recebido e acolhido, e não foi diferente dessa vez. Confesso que eu não conhecia o programa, só que agora estou viciado. Fui passar as férias com a minha mãe e ela vê direto. É o meu passatempo preferido, é muito prazeroso assistir e ficar acertando de casa”.


Ele ainda falou que com toda a emoção em rever o parceiro de telinha e apresentador do Acerte ou Caia!, que nem se atentou em treinar com quizzes ou palavras cruzadas para se preparar para o programa.

“Eu fiquei tão emocionado em rever o Tom que nem pensei em treinar muito tempo antes para participar”.


O icônico “Duplex”

Em 2019, Miguel Nader integrou o elenco de Amor Sem Igual, uma novela de sucesso na RECORD. As gravações precisaram ser interrompidas devido à pandemia, mas isso não impediu de ser um estouro no Brasil todo. A trama foi a primeira produção audiovisual brasileira a voltar a ativa com todos os protocolos de segurança da Covid-19, e trouxe além disso, atores dispostos a entregarem tudo de si em frente às câmeras. Miguel era um deles. Seu personagem se chamava William, também conhecido como Duplex, e se consagrou como um dos destaques da história.

“Em Amor Sem Igual, eu fui convidado para fazer uma participação de seis capítulos. Só que quando eu gravei, a autora, Cristiane Friedman, assistiu e depois deu uma entrevista falando que ela se apaixonou tanto pelo personagem, quanto pelo Miguel, e não teve como ela escrever só uma participação de seis capítulos. Aí eu entrei para o núcleo dos protagonistas, ganhei muito destaque, e o público torcia muito pelo casal Duplex e Furacão. Até hoje, é um personagem muito lembrado, sou abordado na rua. Ali eu era um segurança muito humanizado, amoroso, guardador, protetor... E isso chamou atenção das pessoas”, conta.


As diversas facetas de Miguel

O ator também abriu o jogo sua participação em uma série que parou o Brasil no final de 2025. A produção tratava o cotidiano dos detentos e detentas “famosos” por seus crimes, e que viviam desde então na Penitenciária de Tremembé. Dando um pontapé inicial em um universo totalmente novo e muito delicado, ele encarou tudo com garra, muito embora, não tenha sido fácil.

“Foi um lugar (da atuação) que eu nunca tinha entrado, porque são casos reais. O do meu personagem não é midiático, mas é real. Eu não consegui ver uma foto dele, a família não autorizou nada, e o que eu sei sobre foi pelo Ulisses [Campbell], o autor do livro, e por alguns regressos que estiveram na cadeia com ele e me deram as referências. E aí, foi muito louco esse processo, que a gente começou a ler muito sobre assassinatos, sobre crimes, ver vídeos, entrevistas, chegou uma hora que isso começou a dar uma incomodada. Sou profissional, mas ali, eu me vi, e pensei ‘eu poderia estar aqui, no mesmo lugar que eles’, e isso me deu uma perturbada”.


Paralelo a isso, Miguel também relembrou a época em que trabalhou em uma famosa novela infantil, de 2015 a 2016, e que foi um fenômeno entre crianças e jovens. Ele aproveitou para contar qual é a maior diferença entre atuar em uma produção voltada para o público infanto-juvenil, e falou sobre o significado que o personagem, Sandro, teve em sua vida:

“O diferencial de atuar em produções voltadas para o público infanto-juvenil, acho que não é nem artisticamente, é fora de cena; é da forma que as crianças me viam, porque eu não era o Miguel, era o Sandro para eles. Eu estava no Ginásio do Ibirapuera fazendo show da novela e o público estava lá gritando o nome do personagem. Tinha que ter um cuidado com os exemplos que dávamos. Eu tive que aprender a me policiar, porque, às vezes, uma vírgula mal empregada, eu poderia acabar falando uma besteira. Mas em termos de encenação, com o Sandro eu podia resgatar a minha criança lá de Pureza, no interior do Rio. Ele era o Miguel criança. Eu saía muito leve das cenas e parecia que eu estava no recreio da escola, porque era só alegria, um texto muito leve, sem muita profundidade ou desgaste emocional”.

Grandes oportunidades e desafios

Extremamente versátil, Nader já esteve no elenco de diversas produções distintas umas das outras e pode dizer com precisão, que já interpretou um pouco de tudo na TV, cinema e teatro. Sendo assim, perguntamos qual foi o trabalho mais desafiador em que ele já esteve. A resposta veio ainda com um pequeno spoiler do que está por vir na carreira:

“São vários os trabalhos que já foram desafiadores, mas um atual que está me desafiando, é um filme americano. Estou em preparação e começo a rodar em Jacareí (SP). A estrutura é americana, eu tenho que falar inglês, mas não sei o idioma. O diretor, que já fez dois filmes comigo, queria que eu interpretasse o vilão nesse. Fiz o teste, fui aprovado e agora estou correndo atrás para falar o inglês certo. Um outro papel que eu mergulho de cabeça foi em uma série em que eu interpreto um lutador que, apesar de ser o campeão, tinha um dilema muito forte. É um personagem que desde que eu mergulhei profundamente me desafiou e me colocou em um lugar que eu não tinha entrado”.

Amizade com Leandro Hassum

A trajetória de Miguel também já cruzou com a de Leandro Hassum, ator, comediante e agora apresentador da Casa do Patrão, novo reality da RECORD. A parceria nasceu em um sitcom entre 2006 até 2013, e teve tanto sucesso, que até virou filme. O ator revelou como é a relação entre os dois e contou uma história inusitada dessa amizade.

“A gente se gosta muito, não nos vemos tanto, mas onde a gente se encontrar, vamos nos abraçar. Na última vez que fizemos o trabalho juntos, ele falou para todo mundo: ‘O Miguelzinho salvou a minha vida, pegou o carro e me levou até outra cidade quando eu estava mal’. É porque a gente estava gravando para uma série e tínhamos que fazer um show na cidade de Friburgo, que era distante. O Hassum iria dirigindo, mas ele não estava bem. Então eu falei: ‘Cara, você não vai dirigir. Eu vou de motorista para você’. Aí saímos da gravação, viajamos duas horas mais ou menos, e fiquei esperando o show acabar e o trouxe de volta para ele poder ir dormindo no carro e descansar”.

Prêmio do Acerte ou Caia! e novidades na carreira

Pronto para sair do programa com até R$ 300 mil, o ator revelou quais são seus planos para o dinheiro. O prêmio já tem um destino marcado para trazer ainda mais conforto para a vida de Miguel: “Eu iria dar uma ajeitada nas pendências que tenho, e o resto do dinheiro colocar na mão da minha esposa, para ajeitar a casa do jeito que ela quer”.

Já sobre a carreira em 2026, Nader não escondeu que tem vários projetos para gravar e estrear durante o ano, trazendo ainda mais entretenimento e cultura para o audiovisual brasileiro.

“Tenho sete filmes pra estrear. Eu transito entre protagonista, antagonista, participação especial, de drama, comédia. Um deles é O Rei da Internet, com o João Guilherme, que já fez novela comigo. Ele que mandou me convidar para o elenco, porque além de protagonista, também é o produtor do filme. Também gravei um filme lindo lá no Ceará, vai lançar agora uma série que eu acabei de fazer e irei gravar a segunda temporada de outra. Além do filme americano, que estou em preparação para começar a rodar agora o filme americano”.

*Estagiária sob supervisão de Juliana Lambert

O Acerte ou Caia! é uma produção da Boxfish, com direção de David Feldon e direção artística de Cesar Barreto, que vai ao ar nas tardes de domingo da RECORD.

Todas as edições podem ser acessadas na íntegra no RecordPlus, a plataforma de streaming da emissora.

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