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Balanço Geral Manhã

Caso Elizabete Arrabaça: namorado de filha assassinada revela atitudes suspeitas de idosa

Segundo Paulo, Nathália mantinha uma relação próxima com a mãe, mas reação de Elizabete após a morte da filha levantou desconfianças

Balanço Geral Manhã|Do R7

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O caso de Elizabete Arrabaça, idosa acusada de matar sua nora, a professora de pilates Larissa Rodrigues, envenenada com chumbinho, teve novos desdobramentos. Após investigações, a aposentada foi acusada também de matar sua filha, a médica veterinária Nathália Garnica. O mecânico Paulo Henrique Ferlin, namorado da veterinária, falou publicamente sobre a morte pela primeira vez.


Nathália Garnica morreu em 9 de fevereiro de 2025, na cidade de Pontal (SP), enquanto estava com sua mãe. Inicialmente registrada como morte natural, uma investigação posterior levou à exumação do corpo e ao exame toxicológico, que confirmou o uso do veneno conhecido como chumbinho. Segundo Paulo, Nathália mantinha uma relação próxima com a mãe.


De acordo com a polícia, a filha sustentava financeiramente a mãe. O inquérito sugeriu que Elizabete temia perder o dinheiro fornecido por Nathália caso ela se casasse e tivesse filhos. Após o falecimento da filha no domingo à tarde, a aposentada foi vista limpando a casa na manhã seguinte, atitude que levantou suspeitas de Paulo Henrique.


A confirmação das desconfianças veio após a morte da professora Larissa Rodrigues, pouco mais de um mês depois em Ribeirão Preto (SP). Ela era cunhada de Nathália e também foi vítima do mesmo tipo de envenenamento. Tanto Luiz Antônio Garnica, esposo da vítima, quanto Elizabete estão presos sob acusações relacionadas aos crimes.

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