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Balanço Geral Manhã

Caso Gisele: Veja o que levou polícia a pedir prisão de tenente-coronel Geraldo Neto

Marcas no corpo da agente e análise da trajetória do tiro que a matou reforçam hipótese de feminicídio

Balanço Geral Manhã|Do R7

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A Polícia Civil de São Paulo solicitou a prisão preventiva do Tenente- Coronel Geraldo Rosa Neto após novas evidências surgirem na investigação da morte da esposa dele, a soldado Gisele Santana. O caso, ocorrido em fevereiro, foi inicialmente registrado como suicídio. No entanto, depoimentos e laudos periciais indicaram lesões que levantaram suspeitas sobre as circunstâncias do falecimento.


Geraldo Rosa Neto apareceu no condomínio onde está morando em São José dos Campos. A expectativa é que ele possa ser preso a qualquer momento se o pedido for aceito pela Justiça. Enquanto isso, tanto o Ministério Público quanto o Poder Judiciário ainda não se manifestaram oficialmente sobre o pedido.


Os novos documentos incluem análises detalhadas das marcas encontradas no corpo de Gisele e da trajetória do tiro que causou sua morte. Esses elementos reforçam a hipótese de feminicídio. Além disso, relatos apontam para um comportamento ciumento por parte do oficial. A defesa do Tenente Coronel nega todas as acusações e afirma que buscará habeas corpus caso o mandado seja expedido.


O inquérito policial já foi concluído e está sob sigilo enquanto aguarda uma decisão judicial. O caso atrai grande atenção pública pela gravidade das alegações contra um alto membro da Polícia Militar paulista e pelo impacto emocional nas famílias envolvidas. As investigações continuam paralelas entre a corregedoria militar e a polícia civil para esclarecer os fatos do caso.




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