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Caso Gustavo: Pai tentou simular afogamento após morte do filho de 3 anos

Investigação revela tortura extrema e suspeita de omissão da madrasta

Balanço Geral Manhã|Do R7

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O pai e a madrasta do menino Gustavo foram detidos sob acusações de homicídio qualificado e tortura. A polícia investiga o caso após novas evidências apontarem para um cenário de violência extrema contra a criança. O delegado responsável pelo caso afirmou que as lesões encontradas em Gustavo indicam agressões severas, descartando inicialmente uma relação sexual direta.


A mãe do garoto expressou arrependimento por não ter denunciado anteriormente as ameaças feitas pelo ex-companheiro. De acordo com informações obtidas pela RECORD, áudios revelaram que o pai advogado ameaçava a mãe da criança. Apesar disso, devido às exigências legais, ela era obrigada a permitir visitas ao pai.


Durante coletiva de imprensa, foi esclarecido que há divergências nas versões apresentadas pelo pai e pela madrasta sobre os eventos que levaram à morte do menino. Inicialmente alegando afogamento como causa da morte no boletim de ocorrência, essa versão está sendo contestada pelas provas reunidas até agora.


Kathleen Moreira, identificada como madrasta de Gustavo, é investigada principalmente por omissão durante os atos violentos cometidos contra o garoto. A polícia considera improvável que ela não estivesse ciente das agressões ocorrendo na residência.


Os exames periciais realizados mostram hemorragia interna e marcas significativas na face da vítima além das lacerações intestinais detectadas. Esses elementos levantaram suspeitas adicionais sobre possíveis abusos sexuais sofridos pela criança antes do falecimento trágico.

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