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Balanço Geral Manhã

Películas antivandalismo podem proteger veículos da ‘gangue do quebra-vidro'

Testes mostraram que essas películas podem resistir a impactos significativos sem quebrar completamente o vidro

Balanço Geral Manhã|Do R7

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Os crimes envolvendo a chamada "gangue do quebra-vidro" têm se tornado cada vez mais frequentes em São Paulo e no Rio de Janeiro. Criminosos aproveitam momentos de lentidão no trânsito para quebrar vidros dos carros e roubar itens como celulares, bolsas e mochilas.


Em um caso recente na zona norte do Rio de Janeiro, três assaltantes tentaram roubar um táxi ao baterem nos vidros do veículo. Assustado, o taxista conseguiu escapar sem que nada fosse levado. Em São Paulo, locais como o Viaduto do Glicério e avenidas movimentadas são pontos críticos para esse tipo de crime.


Para tentar proteger seus pertences, muitos motoristas têm recorrido à aplicação de películas antivandalismo nos vidros dos carros. O custo desse serviço varia entre R$ 1.500 e R$ 2.500, dependendo da espessura da película escolhida. Quanto maior o número PS, que indica a resistência, maior a proteção oferecida.


Testes mostraram que essas películas podem resistir a impactos significativos sem quebrar completamente o vidro. Embora não eliminem totalmente os riscos, elas oferecem tempo extra para que as vítimas possam reagir ou fugir da situação perigosa.


Além disso, operações policiais continuam a ser realizadas para combater esses grupos criminosos nas regiões afetadas. Recentemente, em São José dos Campos, foram cumpridos mandados contra adolescentes envolvidos no furto sistemático de motocicletas; alguns deles chegaram a ameaçar autoridades através das redes sociais antes de serem apreendidos pela polícia.

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