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'Postura é inversa ao que se espera de uma professora', diz secretário ao demitir Monique Medeiros

Ex-servidora municipal é acusada de omissão na morte do filho Henry Borel

Balanço Geral RJ|Do R7

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Acusada de omissão na morte do filho Henry Borel, Monique Medeiros teve a demissão oficializada pelo prefeito Eduardo Cavaliere no Diário Oficial do Rio desta quarta-feira (25). A decisão foi da Secretaria Municipal de Educação. De acordo com o responsável pela pasta, secretário Renan Ferreirinha, a "postura dela é inversa ao que se espera de um servidor público, especialmente de uma professora". A defesa dela pretende recorrer.


A exoneração de Monique ocorreu após a conclusão de um processo administrativo — o que aconteceu cinco anos depois da morte da criança. Foram quase 16 anos no cargo, período em que chegou a ser nomeada diretora de uma escola municipal em Senador Camará, na zona oeste.


Na época da morte do filho, Monique estava licenciada da prefeitura para trabalhar como assessora no Tribunal de Contas do Estado. Logo após a prisão, em 2021, ela perdeu a função no TCE.


Em 2022, quando foi solta pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), a mãe de Henry chegou a cumprir funções administrativas no almoxarifado da Secretaria de Educação. E, mesmo depois de voltar para a cadeia em 2023, continuou recebendo o salário.


Na última segunda-feira (30), Monique foi solta ao ter o julgamento adiado para maio. O Ministério Público busca reverter a decisão de soltura.




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