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Um dos advogados deixa a defesa de Jairinho durante o julgamento do caso Henry Borel

Sérgio Figueiredo disse não concordar com o prosseguimento do júri popular após um colega sofrer um infarto no fim de semana

Balanço Geral RJ|Do R7

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No segundo dia do julgamento do caso Henry Borel no Tribunal do Júri, um dos advogados deixou a defesa do réu Jairo Santos Souza Junior, mais conhecido como Jairinho. O defensor Sérgio Figueiredo disse não concordar com o prosseguimento do júri popular após um colega sofrer um infarto no fim de semana.


Acusado da morte do enteado, Jairinho chegou a destituir parte da defesa, ontem, por não ter o seu advogado principal participando da audiência. A decisão poderia provocar um novo adiamento do julgamento. Porém, o réu decidiu colocar o próprio filho como integrante da equipe jurídica.


Hoje, o delegado Henrique Damaceno, responsável pela investigação do caso, foi ouvido pelo júri. Ele chamou de farsa a versão inicial apresentada pelo padrasto e pela mãe de que a criança havia caído da cama.


O delegado confirmou que Jairo fez várias ligações para a direção do hospital onde o enteado foi atendido. A intenção era obter atestado de óbito e evitar que o corpo fosse levado ao IML para perícia. Ele também relembrou episódios de violência envolvendo filhos de ex-namoradas de Jairinho.


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