Ex-presidente da APAE de Bauru enfrenta júri popular por homicídio
Roberto Franceschetti aguarda julgamento pela morte de secretária
Balanço Geral|Ri7a, a inteligência artificial do R7
RESUMO DA NOTÍCIA
Roberto Franceschetti Filho, ex-presidente da APAE de Bauru, está em prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos há quase um ano. Ele é acusado de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual pela morte de Cláudia Regina da Rocha Lobo, sua ex-secretária. O julgamento será realizado em júri popular, onde sete jurados decidirão seu destino.
Franceschetti era uma figura respeitada em causas sociais e eventos prestigiados. Agora enfrenta a realidade da prisão, dividindo espaço com criminosos notórios como Paulo Cupertino. A defesa argumenta que não há provas materiais suficientes do crime, sustentando que se trata apenas de um desaparecimento.
O desaparecimento de Cláudia ocorreu em 6 de agosto do ano passado. Câmeras registraram seu encontro com Roberto pouco antes do sumiço. Investigações indicam que seu corpo foi descartado em uma área isolada com a ajuda do cúmplice Dilomar Batista. A defesa insiste na inocência do réu enquanto a acusação se prepara para apresentar evidências no julgamento.
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