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Advogado com nanismo conquista direito de refazer teste físico para se tornar delegado

Caso ganhou atenção nacional quando Matheus foi desclassificado ao não atingir a distância mínima exigida no salto

Balanço Geral|Do R7

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O advogado Matheus Menezes, de Goiás, com nanismo, conquistou o direito de refazer o teste físico do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu a seu favor após reprovação inicial por falta de adaptações no exame. O caso ganhou atenção nacional quando Matheus foi desclassificado ao não atingir a distância mínima exigida no salto.

Determinado a ser policial civil, Matheus se inscreveu nas vagas reservadas para pessoas com deficiência. Ele passou na parte teórica, mas encontrou barreiras nas fases práticas que ignoravam sua condição. Descontente com a injustiça e ausência de adaptações legais, ele recorreu ao STF.

A decisão renova o ânimo de Matheus, que agora fará o teste com as devidas adaptações. Especialistas elaborarão um laudo para definir as necessidades específicas para seu teste físico.

Paula Lima, outra advogada com nanismo, compartilha desafios semelhantes enfrentados por pessoas com deficiência no Brasil. Ela sublinha a importância da luta por acessibilidade e a transformação de direitos legais em práticas diárias.

As histórias de Matheus e Paula representam um movimento para garantir que limitações físicas não definam os limites de sonhos ou profissionais no Brasil. Matheus aguarda a notificação oficial para a reavaliação justa oferecida pelo judiciário enquanto continua esperançoso em alcançar seu sonho de se tornar delegado.

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