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Arquivo Vivo: Caso das Máscaras de Chumbo intriga Brasil há décadas

Em 1966, dois técnicos em eletrônica encontrados mortos com máscaras de chumbo desafiam explicações

Balanço Geral|Do R7

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Em agosto de 1966, dois técnicos em eletrônica do Rio de Janeiro, Miguel José Viana e Manoel Pereira da Cruz, desapareceram em circunstâncias misteriosas. Eles planejaram viajar para São Paulo para adquirir equipamentos e um carro, mas seus corpos foram encontrados três dias depois no Morro do Vintém, em Niterói. Vestidos com ternos e usando estranhas máscaras de chumbo sobre os olhos, este caso se tornou um dos maiores mistérios não resolvidos do Brasil.


Os amigos partiram inicialmente para Niterói, onde compraram capas impermeáveis e uma garrafa d'água. Testemunhas relataram que Miguel parecia nervoso. As buscas começaram quando as famílias perderam contato.


O jovem Jorge encontrou os corpos enquanto empinava pipa no morro. A cena intrigou os investigadores: além das roupas formais e máscaras, havia uma nota enigmática instruindo-os a ingerir cápsulas após um horário determinado.


As investigações encontraram dificuldades devido à degradação dos corpos. Nenhuma causa clara para as mortes foi estabelecida, embora houvesse suspeitas de estrangulamento ou suicídio ritualístico, reforçadas pelo testemunho de Gracinda Barbosa, que avistou luzes estranhas na área.


Outras teorias incluíram intoxicação química ou envolvimento ilegal com materiais radioativos, já que parte do dinheiro deles desapareceu, sugerindo latrocínio. Três suspeitos foram detidos, mas liberados por falta de evidências. O caso foi arquivado sem solução, alimentando especulações até hoje.




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