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Brasileiras presas na Venezuela fazem ligações de dentro do presídio para pedir ajuda; entenda

Trabalhadores brasileiros detidos por suposto garimpo ilegal alegam prisão injusta e enfrentam dificuldades em presídio venezuelano

Balanço Geral|Do R7

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Em outubro de 2023, um grupo de trabalhadores brasileiros, incluindo Maxilene e Rejane, foi preso na Venezuela sob a acusação de extração ilegal de ouro. Elas trabalhavam como cozinheiras em um garimpo no estado de Bolívar. A Guarda Nacional Bolivariana alegou que a atividade era proibida naquela área. No entanto, ambas afirmam que o trabalho era autorizado.


Os brasileiros relatam condições degradantes no presídio. Enfrentam falta de alimentos adequados e água potável e precisam pagar para utilizar telefones. Maxilene e Rejane conseguiram denunciar a situação ao entrar em contato com as autoridades brasileiras por meio da imprensa.


As famílias dos detidos também sofrem, enviando dinheiro regularmente para ajudar na sobrevivência dos presos. Em Brejo de Areia (MA) e Roraima (RR), comunidades inteiras são impactadas por esse drama.


O Ministério das Relações Exteriores do Brasil está ciente do caso e afirma prestar assistência consular aos detentos, buscando diálogo com as autoridades venezuelanas para assegurar o andamento adequado dos processos judiciais.


A situação se agrava com a morte de Marivaldo Fonseca na cadeia por complicações médicas não tratadas. Atualmente, 14 brasileiros estão presos na Venezuela sem julgamento por mais de mil dias. As famílias esperam por justiça e pelo retorno dos seus entes queridos.

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