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Caso Gisele: ‘A autoridade policial deve pedir a prisão do coronel Neto’, diz Roberto Guastelli

Ao que tudo indica, segundo os laudos, uma segunda pessoa poderia estar segurando Gisele pelo pescoço enquanto realizava o disparo

Balanço Geral|Do R7

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A investigação sobre a morte da soldado Gisele continua em andamento e ganhou novos desdobramentos. Policiais militares que atenderam a ocorrência foram chamados novamente ao 8º Distrito Policial para prestar um novo depoimento. A convocação partiu da defesa do tenente-coronel Geraldo Neto, marido de Gisele e principal suspeito no caso.

Fontes internas revelaram que o celular do tenente-coronel foi requisitado pela perícia para análise adicional dos dados contidos nele. Há uma expectativa crescente de que um pedido de prisão preventiva contra ele seja feito pelas autoridades policiais ou pelo Ministério Público devido aos indícios encontrados nos laudos necroscópicos, segundo o advogado Roberto Guastelli.

Os exames necroscópicos de Gisele apontaram informações importantes sobre o ocorrido. O disparo foi efetuado de baixo para cima, à queima-roupa, e os peritos encontraram hematomas no pescoço da soldado. Ao que tudo indica, segundo especialistas, uma segunda pessoa poderia estar segurando Gisele pelo pescoço enquanto realizava o disparo.

O processo judicial sofreu uma mudança recente: os autos foram transferidos urgentemente para a 5ª Vara do Tribunal do Júri da Capital após solicitação da juíza responsável. Essa movimentação sugere avanços significativos na tramitação legal do caso.

Além disso, há relatos contraditórios sobre o comportamento de Geraldo Neto durante o socorro. Testemunhas afirmaram que ele estava calmo e sereno no local dos fatos, contrastando com sua alegação inicial de ter agido imediatamente após ouvir o disparo fatal contra sua esposa. Um sargento do Corpo de Bombeiros também confirmou que Geraldo estava calmo e não aparentava ter tomado banho antes de atender à ocorrência, o que contradiz a versão do suspeito.

Outro ponto crucial é a cronologia das ligações feitas por Geraldo após o ocorrido. Registros mostram um intervalo significativo entre o momento estimado do tiro e as chamadas realizadas às autoridades competentes. Esse detalhe levanta dúvidas adicionais sobre suas ações naquele dia.

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