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Caso Gisele: coronel Neto é aposentado pela PM-SP depois de ser preso por suspeita de feminicídio

Com a aposentadoria, ele passa a receber um benefício mensal de R$ 20 mil; seu salário anterior é de cerca de R$ 30 mil

Balanço Geral|Do R7

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A Polícia Militar de São Paulo anunciou a aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Neto, mesmo ele estando preso sob suspeita do assassinato da soldado Gisele Alves Santana, sua esposa. A decisão, publicada no Diário Oficial, ocorre enquanto o pedido do secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico, para que Neto perdesse sua patente e salário, ainda é avaliado pela corporação.

Atualmente detido no Presídio Militar Romão Gomes, Neto solicitou a aposentadoria após sua prisão. Com a aposentadoria, ele passa a receber um benefício mensal de R$ 20 mil; seu salário anterior é de cerca de R$ 30 mil.

Gisele Alves Santana morreu com um tiro na cabeça dentro do apartamento que dividia com o marido, o coronel Neto, no Brás, região central de São Paulo. A morte aconteceu no dia 18 de fevereiro, um mês antes de Neto ser preso. O policial alega se tratar de um suicídio, cujo disparo foi feito pela arma dele. No entanto, a Polícia Civil encontrou evidências que sustentam se tratar de um feminicídio.

Embora acusado, Neto mantém direitos previdenciários adquiridos ao longo de sua carreira de mais de 30 anos na Polícia Militar. O caso levanta questionamentos sobre privilégios na polícia, enquanto a decisão sobre a perda da patente deve ocorrer até julho.

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