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Caso Gisele: investigação conclui que Geraldo Neto fez policial desmaiar antes de atirar nela

Além disso, laudos periciais dos celulares apreendidos revelaram mensagens agressivas trocadas entre os dois

Balanço Geral|Do R7

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O Tenente-coronel Geraldo Neto foi indiciado por feminicídio e fraude processual no caso da morte da sua esposa, a soldado Gisele Santana. A polícia concluiu que ele teria pegado a mulher por trás e a segurado pelo pescoço até ela desmaiar. Depois, Geraldo Neto teria dado um tiro e montado a cena do crime para disfarçar evidências.


As investigações revelaram que o tenente-coronel ainda tentou limpar nove pontos de respingos de sangue, os mais evidentes na janela e no registro do chuveiro. Além disso, laudos periciais dos celulares apreendidos revelaram mensagens agressivas trocadas entre o coronel e Gisele.


Por conta da alta patente, Geraldo Neto deve ficar em uma cela individual de seis metros quadrados, com cama, escrivaninha e banheiro no presídio militar Romão Gomes, zona norte de São Paulo.

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