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Caso Gisele: vizinha da PM diz ter ouvido disparo 30 minutos antes de coronel Neto chamar socorro

Coronel Neto relatou ter encontrado sua esposa baleada ao sair do banho, mas profissionais que atenderam a ocorrência relataram que o chão não estava molhado

Balanço Geral|Do R7

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Uma vizinha da policial Gisele Santana disse ter escutado o tiro que vitimou a PM por volta das 7h30, cerca de 30 minutos antes de o marido da vítima ligar para o socorro.

A morte da soldado Gisele em seu apartamento no Brás, centro de São Paulo, está sob investigação após alegações do marido, o tenente-coronel Geraldo Neto. Ele afirma que a esposa tirou a própria vida com um tiro na cabeça. O caso, inicialmente registrado como suicídio, agora é tratado como morte suspeita.

Geraldo Neto relatou ter encontrado sua esposa baleada ao sair do banho. No entanto, profissionais que atenderam a ocorrência relataram que o chão não estava molhado. Ainda durante o socorro de Gisele pelos bombeiros, o coronel insistiu para tomar banho. Logo em seguida ao disparo, ele fez duas ligações para o resgate, por volta das 8h. Antes dessas chamadas, ele contatou um amigo desembargador.

A família de Gisele questiona a versão do tenente-coronel devido ao relacionamento conturbado do casal e à ausência de indícios de disparo nas mãos da soldado. Imagens de câmeras de segurança mostram que ambos frequentaram a academia do condomínio separadamente no dia anterior à morte.

O corpo da soldado foi exumado para novos exames periciais que podem esclarecer as circunstâncias da morte. A investigação busca transformar vestígios em provas enquanto analisa inconsistências nos depoimentos e evidências. O tenente-coronel Neto não é considerado suspeito pela polícia.

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