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Delegada é presa após vazar informações sigilosas para facção criminosa e receber propina

Mensagens indicaram relação íntima e colaborativa entre Maria Virginia e chefe do PCC, onde ela usava seu acesso privilegiado para alertar sobre investigações

Balanço Geral|Do R7

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A delegada Maria Virginia Greenwood Pinto, da Polícia Civil do Pará, foi detida sob a suspeita de vazar informações sigilosas para a facção criminosa PCC e receber propina. A investigação revelou que ela mantinha um relacionamento próximo com um dos chefes da facção, conhecido como "Gordão". As atividades ilícitas foram descobertas através das mensagens encontradas no celular do criminoso.


O caso teve início após a prisão de "Gordão" em Pernambuco. Durante a análise do celular apreendido, foram encontradas conversas comprometedoras entre ele e a delegada. As mensagens indicavam uma relação íntima e colaborativa, onde Maria Virginia usava seu acesso privilegiado para alertar sobre investigações contra o PCC.


Em troca dessas informações, ela teria recebido R$ 50 mil por meio de uma transferência bancária feita por uma empresa de fachada usada para lavagem de dinheiro. O valor foi descrito pelo chefe criminoso como um "presente" pelos serviços prestados.


Atualmente detida em Brasília (DF) após audiência de custódia, Maria Virginia enfrenta acusações que podem resultar na sua demissão e condenação. A defesa da delegada não se manifestou sobre as acusações.

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