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Elizabete Arrabaça nega envenenamento da filha em depoimento na penitenciária

A suspeita relatou ter viajado para Pontal para cuidar de Nathalia que estaria debilitada devido à dengue

Balanço Geral|Do R7

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Em depoimento virtual direto da penitenciária de Tremembé, interior de São Paulo, Elizabete Arrabaça negou ter matado sua filha Nathalia Garnica. A médica veterinária foi encontrada morta em fevereiro de 2025 e o caso inicialmente registrado como morte natural. No entanto, investigações posteriores revelaram que ela havia sido envenenada com chumbinho.


Durante seu testemunho emocionado na Justiça, Elizabete afirmou ser inocente e descreveu os eventos do dia da morte da filha. Ela relatou ter viajado para Pontal para cuidar de Nathalia que estaria debilitada devido à dengue. Segundo Elizabete, ao encontrar a filha aparentemente dormindo após tomar remédios para dormir não chamou socorro imediatamente por acreditar que ela estava apenas descansando.


A investigação sobre a morte de Nathalia intensificou-se após Larissa Rodrigues — nora de Elizabete — também morrer sob circunstâncias semelhantes semanas depois. As autoridades suspeitam que ambas as mortes estejam ligadas ao uso do veneno conhecido como chumbinho.


Elizabete e seu filho Luiz Garnica estão presos pelo suposto envolvimento nos crimes. Durante o depoimento judicial recente sobre o uso do veneno encontrado no organismo das vítimas, Elizabete alegou desconhecer completamente a substância.


O caso continua sendo investigado pelas autoridades paulistas enquanto os envolvidos aguardam julgamento pela acusação dos homicídios duplos envolvendo membros da mesma família.




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