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'Eu prefiro estar morto do que estar preso', diz tenente-coronel acusado de matar esposa

Preso há seis meses sob acusação de matar Gisele Alves, Geraldo Neto afirmou que se sente como um "escravo" na prisão

Balanço Geral|Do R7

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O tenente-coronel Geraldo Rosa Neto está gerando controvérsia após reclamar das condições do Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. Preso há seis meses sob acusação de matar sua esposa Gisele Alves por não aceitar o fim do relacionamento, ele afirmou que se sente como um "escravo" na prisão. Durante depoimento à Corregedoria da Polícia Militar, alegou ser obrigado a realizar tarefas como limpeza e buscar refeições.


O local oferece estrutura básica com camas e banheiro próprio. Ele relatou que os demais presos fazem chacota dele devido à sua patente superior antes da prisão. Além disso, mencionou ter sido responsável pela fiscalização de alguns dos detidos atualmente no mesmo local.


Os presos condenados têm opções de trabalho dentro do complexo prisional para redução da pena; entretanto, as atividades básicas diárias não são remuneradas para aqueles ainda sem sentença definitiva. A Justiça militar agendou julgamento sobre a permanência de Geraldo na corporação para 14 de setembro enquanto seu caso na Justiça comum deve avançar em outubro.

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