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Homem de 71 anos deixa corredor da morte após DNA contestar condenação por homicídio

Douglas Carter foi condenado pelo assassinato de Eva Olesen

Balanço Geral|Do R7

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Douglas Carter, aos 71 anos, foi libertado após passar 41 anos no corredor da morte nos EUA. Em 1985, ele foi condenado pelo assassinato de Eva Olesen, tia de um chefe de polícia. Recentes análises de DNA mostraram que o sangue encontrado na cena do crime não era dele.


A investigação inicial apontou para um roubo seguido de homicídio. Carter foi capturado no Tennessee e alegou coerção policial. Testemunhas mudaram seus depoimentos, afirmando terem sido pressionados pela polícia. Uma nova análise forense revelou perfis genéticos não ligados a Carter.


O caso de Carter segue em reavaliação, enquanto seu filho adotivo, Tyler Anger, busca vê-lo viver como um cidadão comum. O exemplo de Kirk Bloodsworth, exonerado por DNA, é emblemático desta situação, ressaltando a importância da tecnologia forense na revisão de casos antigos.


Carter ainda não está completamente inocentado, mas o exame de DNA anulou a condenação anterior. Ele permanece sob monitoramento e não pode contatar a família da vítima. O sistema judicial agora reconsidera o caso, destacando as falhas que deixaram um homem preso por mais de quatro décadas.

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