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Homem persegue mulher por 13 anos e polícia encontra ossos humanos no porão dele nos EUA

Altares dedicados a notórios assassinos em série americanos como John Wayne Gacy e Ed Gein também estavam presentes

Balanço Geral|Do R7

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Um caso intrigante envolvendo perseguição e descoberta de restos mortais chocou o estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Benjamin Larson, um homem de 47 anos, está sendo julgado sob a acusação de perseguir uma terapeuta não identificada por mais de uma década. A vítima mudou-se para o Canadá na tentativa frustrada de escapar do assédio contínuo.


A investigação começou quando a mulher denunciou à polícia que estava recebendo cartas e presentes indesejados no novo endereço. Durante as investigações sobre esse crime conhecido como "stalking", os policiais descobriram algo ainda mais perturbador: seis crânios humanos foram encontrados no porão da casa isolada onde Larson vivia. Além disso, altares dedicados a notórios assassinos em série americanos como John Wayne Gacy e Ed Gein também estavam presentes.


Os investigadores encontraram escritos ameaçadores relacionados à terapeuta e sua família entre os pertences do acusado. Em um dos textos apreendidos pela polícia, havia menções ao desejo mórbido pelos crânios da mulher perseguida e seu marido.


Apesar das evidências alarmantes encontradas na residência do réu — incluindo ossos que podem ser antigos restos arqueológicos indígenas — até agora não há provas concretas ligando esses achados diretamente às ações criminosas atribuídas a ele contra pessoas específicas. A defesa argumenta que parte desses ossos pode ter sido retirada legalmente ou herdada.


Larson responde pelas acusações formais relacionadas à perseguição persistente (crime tipificado como "stalking"), ocultação ilícita dos referidos bens roubados (restos mortais), violação das condições impostas durante liberdade condicional anterior concedida judicialmente, além de obstrução à justiça devido à falta de cooperação plena nas investigações conduzidas. O juiz responsável pelo processo negou o pedido de arquivamento solicitado pelos advogados de defesa, baseando-se principalmente na ausência de comprovação efetiva de propriedade legítima sobre tais artefatos históricos encontrados. Enquanto isso, a audiência preliminar está marcada para o próximo dia cinco de novembro, para decidir os próximos passos judiciais.

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