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Laudo médico pode trazer reviravolta em morte de estudante de medicina em SP

Caso tratado como suicídio passa a ser investigado por possível envenenamento

Balanço Geral|Do R7

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A morte da estudante de medicina Carolina Andrade em Marília (SP) ganha novos contornos após um laudo do Instituto Médico Legal indicar intoxicação aguda por arsênio. Inicialmente tratada como suicídio há dez meses, a investigação agora considera a possibilidade de feminicídio. A jovem tinha 22 anos e era filha de um advogado conhecido na cidade.

O exame toxicológico revelou uma concentração letal da substância tóxica no organismo da estudante. O pai de Carolina sempre duvidou que ela tivesse tirado a própria vida e acredita que o ex-namorado dela esteja envolvido no caso. O relacionamento entre os dois foi descrito como conturbado e marcado por abusos psicológicos.

Áudios gravados pela vítima antes da morte indicam pressões sofridas durante o relacionamento, incluindo relatos sobre um aborto ao qual teria sido induzida pelo ex-companheiro. A defesa do suspeito afirma que ele só se manifestará perante as autoridades enquanto o caso segue sob segredo de Justiça.

A polícia busca entender como o arsênio chegou até Carolina: se foi misturado em alimentos ou bebidas e quem teve acesso à jovem nos momentos críticos antes do falecimento.

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