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Médico oncologista preso após acusações de violência doméstica é solto em São Paulo

Alteração no depoimento ocasionou na suspensão da prisão preventiva do médico pelas autoridades

Balanço Geral|Do R7

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O médico oncologista, acusado de tentar matar sua esposa ao pôr fogo nela, vive uma reviravolta em seu caso. Após 21 dias detido em São Paulo, ele agora responde ao processo em liberdade. A decisão judicial ocorreu depois que sua esposa, Priscila, declarou ter mentido sobre as acusações iniciais, afirmando que seus atos foram motivados por um surto psicológico.

No início, Priscila havia acusado Mituro de jogar álcool e atear fogo nela durante uma discussão no apartamento do casal, em Mogi das Cruzes (SP). Contudo, em vídeo anexado ao processo, Priscila retratou suas afirmações, alegando que os ferimentos foram causados por um acidente doméstico ocorrido enquanto limpava a casa.

A revisão do depoimento conduziu à suspensão da prisão preventiva do médico pelas autoridades paulistas. Todavia, a Justiça ainda não definiu se Mituro será declarado inocente ou culpado das acusações de tentativa de homicídio.

Enquanto isso, Priscila permanece hospitalizada para tratar queimaduras graves e pode enfrentar acusações de denúncia caluniosa se ficar provado que tentou intencionalmente incriminar o marido sem estar sob efeito dos transtornos mencionados.

A audiência está agendada para 24 de novembro, quando o Tribunal do Júri revisará novas provas para entender os eventos da madrugada de 9 de agosto. O resultado do caso dependerá da análise jurídica das provas e da confirmação dos problemas psicológicos alegados por Priscila.




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