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O perigo do chemsex: cresce uso de drogas para intensificar experiências sexuais; riscos preocupam

Os riscos do chemsex vão de arritmias cardíacas a paradas cardíacas

Balanço Geral|Do R7

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A prática do chemsex, que combina drogas psicoativas com sexo para amplificar o prazer e reduzir inibições, vem crescendo entre os jovens. Entretanto, os riscos para a saúde física e mental são consideráveis e podem levar à dependência.


Em São Paulo, Caio Henrique Ventura foi encontrado morto em um motel, sem sinais de violência ou uso recente de drogas.


Lucas Raniel, de 34 anos, que se livrou do chemsex após dois anos de dependência de metanfetamina, compartilha sua experiência como alerta. Ele menciona que a droga, inicialmente uma forma de superar inseguranças, rapidamente se tornou insubstituível nas suas relações. A perda de amigos foi crucial para sua decisão de buscar ajuda e interromper o uso.


Os riscos do chemsex vão de arritmias cardíacas a paradas cardíacas, mesmo em pessoas saudáveis. Além disso, a exposição a doenças sexualmente transmissíveis aumenta, especialmente quando combinada com álcool, amplificando seus efeitos imprevisíveis.

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