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Protesto em frente à Corregedoria da PM pede justiça pela morte da soldado Gisele

Policial foi encontrada com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde vivia com seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto

Balanço Geral|Do R7

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A morte da soldado Gisele Alves Santana gerou um protesto significativo em frente à Corregedoria da Polícia Militar, no centro de São Paulo. Familiares e amigos se reuniram para exigir agilidade nas investigações sobre o caso que inicialmente foi tratado como suicídio, mas agora é considerado uma morte suspeita. A soldado foi encontrada com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde vivia com seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto.

Os pais de Gisele afirmaram que ela tinha um relacionamento conturbado com o marido. O pai dela expressou sua crença de que Geraldo seria responsável pela morte da filha e pediu justiça. Já a mãe relatou episódios de comportamento abusivo por parte do coronel.

Geraldo afirmou à polícia que encontrou a esposa morta após ouvir um disparo enquanto tomava banho. Ele alegou ainda que o casal estava vivendo em quartos separados há seis meses devido a desentendimentos relacionados a rumores sobre infidelidade conjugal.

O tiro fatal partiu da arma do próprio coronel, embora ele não tenha explicado como ela chegou às mãos de Gisele. Testemunhas relataram comportamentos questionáveis por parte dele após encontrar o corpo, incluindo tomar banho antes das autoridades serem notificadas pelos vizinhos.

Amigos próximos destacaram as aspirações profissionais recentes de Gisele e sua dedicação à filha pequena como razões para duvidar da hipótese inicial de suicídio. As investigações continuam aguardando laudos periciais cruciais para esclarecer os detalhes dessa morte.

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