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Suspeita de feminicídio: família de policial morta presta novo depoimento em SP

Pais suspeitam que o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, companheiro de Gisele, tenha cometido um feminicídio

Balanço Geral|Do R7

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A mãe e o pai da soldado Gisele Santana, uma policial militar encontrada morta com um tiro na cabeça sob circunstâncias controversas, estiveram na delegacia do Belenzinho, zona leste de São Paulo. Acompanhados por um advogado e uma testemunha protegida, eles prestaram um segundo depoimento sobre o caso que envolve a morte da filha.

A família suspeita que o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, companheiro de Gisele, tenha cometido um feminicídio, uma vez que o tiro fatal saiu da arma dele, e não da dela. Ele alega que a esposa cometeu suicídio. Outros fatos descobertos pela Polícia Civil nas investigações contestam a versão do policial de que Gisele tenha cometido suicídio.

O retorno dos familiares à delegacia foi motivado por inconsistências entre os relatos anteriores e as informações técnicas obtidas pela polícia até agora. O coronel Neto afirmou que Gisele não fazia uso de medicamentos controlados. A mãe da policial contesta a hipótese inicial de suicídio apresentada pelo marido de Gisele.

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