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Tenente-coronel Geraldo Neto pode ser expulso da Polícia Militar de São Paulo

Ele será julgado pelo Conselho de Justificação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, composto por outros três coronéis

Balanço Geral|Do R7

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O tenente-coronel aposentado Geraldo Neto está sob investigação por suspeita de feminicídio e fraude processual. Ele será julgado pelo Conselho de Justificação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, composto por três coronéis: Alberto Gil Lima Mendonça, Carlos Alexandre Marques e Marisa de Oliveira. O processo pode resultar na perda da patente e na expulsão definitiva de Neto da corporação.


Mesmo já estando aposentado, o julgamento militar vai decidir se Geraldo Neto pode manter sua posição como coronel. O conselho tem duração de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 20 dias. Se condenado no tribunal comum, onde também responderá pelo feminicídio, as consequências podem incluir a transferência do coronel para um presídio civil, em vez do presídio militar Romão Gomes, onde está atualmente.


Geraldo Neto é acusado do assassinato de sua esposa Gisele, encontrada morta com um tiro na cabeça em fevereiro. Ele também enfrenta alegações de manipulação de provas durante a investigação.

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