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Três pessoas são indiciadas pelo desaparecimento da Família Aguiar no Rio Grande do Sul

Crime teria envolvido até inteligência artificial para simulara voz de uma das vítimas

Balanço Geral|Do R7

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O caso do desaparecimento da família Aguiar no Rio Grande do Sul completa 100 dias e ganha novos desdobramentos. O Ministério Público anunciou a denúncia de três pessoas envolvidas nos crimes: o policial militar Cristiano Domíngues Francisco, sua esposa Milene Ruppenthal Domingues e seu irmão Wagner Domingues. A investigação aponta que os crimes incluem dois feminicídios e um homicídio qualificado.


Cristiano está preso desde o dia dos crimes. Ele e Milene são acusados pelos assassinatos de Silvana Aguiar e seus pais Isail e Dalmira. As mortes ocorreram em janeiro deste ano após uma série de emboscadas premeditadas com uso de inteligência artificial para imitar a voz de Silvana.


Milene é especialista em tecnologia da informação e teria auxiliado na criação dos vídeos usados nas emboscadas. Embora a polícia tenha solicitado as prisões dela e de Wagner, ambos permanecem soltos devido à negativa inicial da justiça sobre os pedidos.


As divergências sobre a criação do filho biológico entre Silvana e Cristiano teriam sido motivação central para os crimes. Em dezembro passado, antes das mortes, houve um desacordo sobre o tempo que a criança passaria com o pai biológico.


Além das acusações principais relacionadas aos homicídios, outras infrações como fraude processual também estão sendo investigadas. Se condenados por todos os delitos imputados pelo júri popular futuramente esperado, as penas podem ultrapassar 100 anos para cada acusado.

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