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Batalha dos Confeiteiros

Elisabeth se orgulha do desempenho na Batalha dos Confeiteiros: "Podem me odiar à vontade"

Confeiteira comentou a grande final do reality show no estúdio do R7 na última quarta-feira (11) e respondeu às perguntas enviadas pelos internautas

Batalha dos Confeiteiros 2|Do R7

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Elisabeth Teodoro comentou, ao vivo no estúdio do R7, a grande final da Batalha dos Confeiteiros
Elisabeth Teodoro comentou, ao vivo no estúdio do R7, a grande final da Batalha dos Confeiteiros

Enquanto o público aguardava pela vitória de Iara no último episódio de Batalha dos Confeiteiros na noite desta quarta-feira (11), a participante mais polêmica da segunda temporada comentava o programa ao vivo no estúdio doR7. Elisabeth Teodoro, que se define como uma mulher de opinião e personalidade forte, torcia por Luiz, mas sentiu-se representada com a conquista feminina e declarou: “Na verdade, ela é merecedora”.

Ao longo do reality show exibido pela Record TV, Elisabeth mostrou talento e determinação. Apesar de não disputar a final, a confeiteira se enche de orgulho de ter chegado à Batalha dos Confeiteiros: “Foi um divisor de águas, onde eu pude ter a oportunidade de trabalhar com o melhor, com o Buddy”.


Elisabeth se define como mulher forte
Elisabeth se define como mulher forte

Capricho demais, amigos de menos

Ela define o Cake Boss como um grande marco na confeitaria e, por isso, ter seu trabalho elogiado pelo chef foi o ponto alto de sua trajetória. Em sua eliminação, foi eleita como o elo fraco do grupo, fazendo com que Buddy Valastro recusasse sua participação na disputa. Elisabeth protagonizou polêmicos embates de opinião durante as provas e acredita que sua concentração foi lida como antipatia pelos colegas de cozinha. Quando foi para a última sala de eliminação, declarou guerra a Cleverson ao se sentir desrespeitada. No estúdio do R7, Elisabeth se despiu da mulher durona e, com lágrimas nos olhos, desabafou sobre a experiência: “Pode me xingar do que quiser, mas não fala do meu trabalho. Eu até me emociono com isso, porque o Buddy realmente falou bem do meu trabalho, então não me importei que me chamaram de bruxa, de cobra. Quem me interessava estava falando aquilo que eu queria ouvir, que era o meu trabalho”.


Sua experiência em televisão não lhe garantiu nenhuma vantagem na Batalha dos Confeiteiros. Ao contrário do que se imaginava, Elisabeth sentiu muita dificuldade de trabalhar com os colegas de reality show. “Não parecia que eu pertencia àquele grupo, eles estavam jogando contra mim. E na verdade nós éramos um grupo, se o bolo ficasse bonito, todos iam ser liberados”, ela diz, enquanto relembra a sensação de ter sido prejudicada durante as provas.

Vilã?


Elisabeth conseguiu a antipatia de Ícaro já no primeiro episódio. Nas semanas seguintes, teve problemas com diferentes participantes nos desafios. Saiu da Batalha dos Confeiteiros cercada de inimizades, mas se defende: “Eu não fiquei de mal de ninguém, mas todo mundo ficou de mal de mim”. Fora do programa, ela revela que o carinho do público foi maior do que o ódio. Desta forma, também não sentiu raiva ao ser eliminada, ainda que tenha percebido uma comoção de seus admiradores: “A gente acaba tendo fãs, e eles ficaram revoltados”, conta. Apesar disso, percebeu uma mudança no clima ao fazer parte do time de Luiz no último desafio.

Elisabeth se surpreende com a vitória de Iara
Elisabeth se surpreende com a vitória de Iara

Longe da TV, ela dá aula de confeitaria, executa qualquer tipo de receita e realmente acreditava estar mais preparada que os outros participantes em todos os sentidos. Sua história antes de chegar ao reality é de superação. Formada em direito, prótese dentária e psicanálise, Elisabeth driblou as dificuldades financeiras e aprendeu sozinha a ser confeiteira. “Eu fui muito esforçada, confeitaria, para mim, é a minha vida”, conta ao remontar as lembranças. A Batalha dos Confeiteiros chegou na sua trajetória logo após o término de um casamento de 22 anos. Para ela, um divisor de águas, onde aprendeu o necessário: "Podem me odiar à vontade, porque eu me amo o suficiente".

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