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Família de recruta morto em Realengo pede nova autópsia e contesta versão do exército

Jovem de 19 anos chegou a ser levado ao hospital duas vezes no mesmo dia; Exército instaurou Inquérito Policial Militar para apurar o caso

Cidade Alerta RJ|Do R7

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A família do soldado Hugo Leonardo Ribeiro Lopes, de 19 anos, segue em busca de respostas após a morte do jovem quatro dias depois de ingressar na Escola de Instrução Especializada (EsIE), do Exército Brasileiro, localizada em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Saudável e recém- incorporado, o recruta morreu após passar mal durante atividades na unidade militar. A causa da morte permanece indeterminada. Os parentes afirmam que não entenderam como o quadro de saúde do jovem se deteriorou tão rapidamente e pediram à Polícia Civil a realização de uma nova autópsia. O pedido, porém, foi negado sob a alegação de que o caso está sob jurisdição militar. Enquanto isso, a instituição militar informou que medidas administrativas estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte. A família, no entanto, contesta a versão do Exército de que teria oferecido apoio aos parentes. Eles afirmam que não receberam qualquer contato oficial desde o ocorrido.

Segundo o Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), o soldado relatou indisposição ainda na manhã de sexta-feira (7). Ele foi atendido inicialmente na enfermaria da EsIE e, em seguida, encaminhado ao Hospital Geral do Rio de Janeiro, na Vila Militar, onde recebeu atendimento médico e medicação. Após retornar à unidade e permanecer em observação, Hugo voltou a sentir-se mal no período da tarde. Ele foi levado novamente ao hospital, mas não resistiu. A causa da morte ainda não foi confirmada. Exames complementares e perícia médica seguem em andamento no Hospital Central do Exército (HCE).


Relembre o caso


O soldado Hugo Leonardo, de 19 anos, ingressou na EsIE há apenas quatro dias. Na manhã do dia 7, relatou mal-estar e recebeu atendimento na enfermaria da unidade. Encaminhado ao Hospital Geral do Rio de Janeiro, foi medicado e liberado para observação. No período da tarde, voltou a passar mal e precisou retornar ao hospital, onde morreu. A família afirma que Hugo não tinha problemas de saúde e pede uma nova autópsia, negada pela Polícia Civil por se tratar de caso sob jurisdição militar. Parentes dizem que não receberam contato ou apoio do Exército após a morte. A causa do óbito permanece indeterminada, e exames estão sendo feitos pelo HCE.




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