Último happy hour: homem é golpeado com barra de ferro após discutir em um bar
O caminhoneiro Jair Júnior Sardi estava acompanhado de um amigo no momento do crime
Cidade Alerta|Do R7

O Cidade Alerta acompanhou o caso de Jair Júnior Sardi, um caminhoneiro de 46 anos que foi brutalmente assassinado com golpes de barra de ferro, motivado por uma discussão em um bar na zona leste de São Paulo.
Depois de um longo dia de trabalho, o caminhoneiro e alguns colegas decidiram ir até o bar para confraternizarem. O que começou com um clima agradável, se transformou em uma discussão calorosa entre um dos amigos de Jair e um homem desconhecido.
Percebendo a situação, o caminhoneiro e o amigo foram embora e pararam em um ponto de ônibus. Enquanto agurdavam o transporte, a dupla foi abordada por um homem que acusou Jair de ter provocado algumas mulheres que estavam no bar.
Nesse momento, outro bate-boca começa, mas é interrompido quando o suspeito dá as costas e aparentemente vai embora. Logo em seguida, os amigos são novamente surpreendidos pelo mesmo homem, que os ataca brutalmente com uma barra de ferro.
Câmeras de segurança da rua gravaram o momento em que o agressor para próximo a um canteiro de obras, pega a barra de ferro que estava no meio de outros objetos e volta à esquina da rua em que a vítima estava.
Jair então parte para cima do homem e é atingido por um golpe fatal no pescoço que o deixa incosciente. A polícia é acionada, mas o agressor consegue fugir.
Em entrevista ao Cidade Alerta, Elianai Sardi, a irmã de Jair, afirmou que a motivação do crime ainda é incerta, uma vez que há várias versões sobre o que teria acontecido antes da morte do caminhoneiro:
“A gente [a família] não sabe o porquê esse assassino fez isso. Tem muitas informações desencontradas, muitos dizem que ele estava no mesmo barzinho, outros dizem que não. Uns dizem que teve confusão lá dentro, outros dizem que não teve”.
O caso foi registrado no 42º Distrito Policial e já está sendo investigado. Porém, devido a localização de onde ocorreu o crime, ele deve ser transferido para o 56º Distrito. A família do caminhoneiro também irá pedir à Justiça e a Polícia Civil para que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, também trabalhe para localizar o assassino.
“Ele era aquela pessoa sorridente, só vivia sorrindo e brincando. Não tinha tristeza perto dele”, contou Elianai sobre a personalidade do irmão.
Divorciado e pai de uma adolescente de 17 anos, Jair costumava dedicar seu tempo livre para cuidar da mãe doente, uma idosa de 76 anos. A tragédia aconteceu apenas um dia após a família comemorar a aprovação da irmã, Elianai, no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Veja a reportagem na íntegra:
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