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Companheiro de Nathália Garnica, morta envenenada pela mãe, fala com o Cidade Alerta

Inicialmente considerada morte natural, uma análise toxicológica posterior confirmou o envenenamento; Elizabete Arrabaça é investigada e permanece presa

Cidade Alerta|Do R7

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A polícia investiga o envenenamento de Natália Garnica e Larissa Rodrigues, que morreram em 2025. Elisabete Arrabaça, mãe de Nathália, está presa, acusada de cometer os crimes. Os investigadores acreditam que Elisabete não aceitava os relacionamentos amorosos das vítimas.


Nathália morreu em 9 de fevereiro de 2025, em Pontal (SP). Inicialmente considerada morte natural, uma análise toxicológica posterior confirmou o envenenamento. Paulo Henrique Ferlin, namorado de Nathália por cinco anos, relatou como a relação entre ele e Nathália gerou tensões com Elisabete, que temia perder o apoio financeiro da filha caso ela se casasse e tivesse filhos.


A morte de Larissa Rodrigues, cunhada de Nathália, ocorreu em Ribeirão Preto (SP) e reforçou as suspeitas financeiras sobre Elisabete. Larissa também teria sido envenenada com chumbinho.


Na audiência por videoconferência, Elisabete negou envolvimento nos assassinatos, e sua defesa argumentou falta de provas. As investigações continuam para esclarecer esse caso que expõe tensões familiares e motivações econômicas.

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