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Família busca respostas sobre morte de policial militar em SP

Pais contestam versão oficial de suicídio e pedem reabertura do Caso Gabriela

Cidade Alerta|Do R7

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A morte da policial militar Gabriela dos Santos, ocorrida na zona oeste de São Paulo, levanta dúvidas sobre suas circunstâncias. Inicialmente registrada como suicídio após um encontro com o namorado Luca — também policial — a família contesta essa versão e busca uma nova investigação. O caso ganhou força após a repercussão nacional semelhante ao da soldado Gisele Santana.


Gabriela tinha 23 anos e estava em um relacionamento de dois meses com Luca quando foi encontrada morta dentro de seu carro, no bairro Jaraguá. Segundo relatos iniciais do namorado à polícia, ele teria recebido duas cartas dela antes do disparo fatal ser ouvido. No entanto, sua narrativa mudou ao prestar depoimento na delegacia civil: afirmou estar sentado ao lado dela quando Gabriela supostamente atirou contra si mesma.


A defesa questiona esta segunda versão devido à ausência de exames residuográficos para verificar resíduos de pólvora nas mãos dele e pela falta da cápsula da bala usada no tiro. Além disso, laudos periciais indicam inconsistências quanto à trajetória do disparo e sinais físicos encontrados no corpo da vítima.


Os pais apontam peculiaridades nas cartas deixadas por Gabriela, incluindo erros ortográficos incomuns e formas estranhas como se referia aos familiares, aumentando as suspeitas sobre sua autenticidade. O inquérito havia sido arquivado anteriormente, mas foi reaberto para reavaliação.

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