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Morte na piscina: polícia espera por depoimento de manobrista que colocou cloro no local

As investigações apontam que uma mistura de produtos causou uma reação química e liberou gases na piscina

Cidade Alerta|Do R7

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O manobrista da academia era responsável pela manutenção da piscina onde uma mulher morreu e outras pessoas ficaram gravemente intoxicadas no Parque São Lucas, zona leste de São Paulo. A professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, passou mal e morreu após uma aula de natação. Segundo a polícia, uma mistura inadequada de produtos químicos provocou uma reação que liberou gases no ambiente, intoxicando os alunos presentes.

O gás tóxico provocou asfixia nas vítimas, e Juliana acabou morrendo. O local está interditado pela Vigilância Sanitária. Na academia, outras irregularidades foram encontradas, como a existência de dois CNPJs vinculados à atividade exercida no endereço. Além disso, o local não possui o auto de licença de funcionamento e é constatada situação precária de segurança.

O marido de Juliana também estava na aula de natação e está internado em estado grave. A professora foi praticar o esporte por recomendação médica para respirar melhor. Um adolescente de 14 anos também foi hospitalizado após usar a mesma piscina. Outras duas pessoas também receberam atendimento médico, mas foram liberadas.

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