Vida nova depois do Dancing Brasil: “Tenho mais flexibilidade e emagreci bastante”, diz Fabíola Gadelha
Ela pretende continuar dançando e revela quem são suas estrelas favoritas
Dancing Brasil 1|Do R7

Repórter policial há 17 anos, Fabíola Gadelha não tem dúvidas de que estar na Zona de Risco do Dancing Brasil é pior que enfrentar um tiroteio. Eliminada na última segunda-feira (8), ela revela o maior desafio do reality show.
— Trabalhar o psicológico na zona de risco é mais difícil do que encarar os jurados, pois ali você concorre com pessoas que você gosta. O desafio maior é segurar a tensão.
Sem papas na língua, a “Rabo de Arraia” conta que odiou dançar foxtrote e destacou a salsa como ritmo que mais gostou. Ela também lamentou ter saído antes de dançar ritmos mais brasileiros, como forró e samba.
— Não me chame para dançar foxtrote não! Queria ter dançado samba e forró, mas não me deixaram rebolar.
Segundo Fabíola, a concorrência é forte e não existiu essa história de que o maior desafio era competir com ela mesma.
— No elenco tinham artistas que já participaram de musicais, todos tiveram algum contato com dança. Somente eu, Richarlyson e Dalton Rangel não tínhamos essa experiência.
Além de descobrir o prazer pela dança, a jornalista destaca os amigos que fez ao longo do Dancing Brasil e que pretende levar para a vida.
— Fiquei muito amiga do Dalton e do Richarlyson, mas o baque maior tomei com a saída do Tony Salles. Ele é muito iluminado, nossa amizade foi especial e passei três dias triste com a sua saída.
Fabíola também ganhou saúde e qualidade de vida ao longo do programa, com novos hábitos e alguns quilos a menos.
— Na verdade eu não sou gordinha, sou gostosa. Vou tentar encaixar a dança nos meus horários, umas duas vezes por semana. A postura está melhor, tenho mais flexibilidade e emagreci bastante, não sei quanto, pois há um ano não peso, mas percebi a diferença a cada semana.
O Dancing Brasil vai ao ar todas as segundas, às 22h30, na Record TV. Não perca!
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