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Domingo Espetacular

50 por 1: Álvaro Garnero desembarca em Pirenópolis (GO) para conhecer o tradicional café sertanejo

Fundado durante o Ciclo de Ouro, no século 18, município preserva um dos conjuntos arquitetônicos mais belos do estado

Domingo Espetacular|Do R7

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Um clima de fazenda tomou conta do 50 por 1. Álvaro Garnero explorou o centro histórico de uma das cidades mais belas do interior de Goiás. Ele atravessou o portal e apresentou Pirenópolis como um destino inesquecível. A qualquer hora do dia, a cidade é um refúgio com forte apelo turístico e cultural, ideal para quem busca descanso no Centro-Oeste brasileiro.

Entre ruas de pedra e casarões coloniais, o município fundado no século 18, durante o Ciclo do Ouro, preserva um dos conjuntos arquitetônicos mais encantadores do estado. O antigo cine Pirineus também ganhou destaque. Ele testemunhou a transição do cinema mudo para o falado e, hoje, funciona como centro cultural, recebendo festivais e mantendo viva a história do cinema goiano e brasileiro. Outro símbolo de Pirenópolis é o Rio das Almas, conhecido por suas águas cristalinas.

Durante a visita, Álvaro experimentou o tradicional empadão goiano, uma torta robusta recheada com frango, linguiça, batatas, azeitonas, palmito e queijo. Para ele, provar o prato é experimentar um pedaço da história da culinária do estado.

Ao falar sobre história, Álvaro apresentou o “Mascarado”, figura típica da cidade. A personagem remonta ao período colonial, quando moradores se fantasiavam para divertir o povo e se afirmar diante da elite local. Hoje, os mascarados estão espalhados pela cidade e fazem parte das festas populares. Um deles tirou a máscara diante e revelou ser o guia Cristiano Costa, que explicou que entre 500 e 700 mascarados circulam durante as celebrações.

No dia seguinte, o apresentador visitou uma fazenda tombada, a poucos minutos do centro da cidade. O local, que já abrigou o maior engenho de açúcar do Centro-Oeste, recebe visitantes com um tradicional café sertanejo. Dona Telma contou que, no início, servia um café mais requintado, mas decidiu resgatar as receitas antigas por entender qual comida faz parte da história.

Além do café, dona Telma apresenta aos visitantes a estrutura histórica da fazenda, construída em pau a pique. Ela explica como a cozinha se comunicava com a sala de jantar por meio de um pequeno vão, onde eram colocados os pratos. Os antigos maquinários ainda funcionam e preservam a memória do modo de vida rural.

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