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Acidentes com mortes alertam sobre riscos de exercícios sem orientação em academias

Empresário morreu após barra de ferro de supino cair sobre seu corpo

Domingo Espetacular|Do R7

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Movimentos precisos, calculados e repetitivos. Mas um descuido pode ser fatal ou deixar sequelas irreversíveis. Em Olinda (PE), uma barra de ferro do supino com cerca de 60 quilos escorregou e caiu no peito de Ronald José Salvador Montenegro. O empresário chegou a levantar, mas caiu segundos depois. Ele foi levado ao hospital, mas não resistiu e morreu aos 55 anos de idade.


O acidente traz um alerta para a prática de exercícios. Será que, na correria do dia a dia, muitas atividades acabam entrando em modo automático e os cuidados com a segurança são deixados de lado? É possível evitar esse tipo de situação? O Domingo Espetacular foi em busca de respostas.


Ouvimos especialistas e histórias de quem carrega sequelas, algumas delas irreversíveis. Regilânio Silva Inácio, motorista de aplicativo em Juazeiro do Norte (CE), 44 anos. Ele perdeu os movimentos das pernas enquanto se exercitava em uma academia. Dois anos depois, as imagens daquele 4 de agosto estão gravadas na memória. Ele se exercitava sozinho, em uma aparelho diferente do que estava acostumado a usar.


A busca por saúde ou para simplesmente se sentir bem ao olhar no espelho leva cerca de 12 milhões de pessoas a academia em todo o País. Esse número corresponde a quase metade dos brasileiros que praticam alguma atividade física, mas a maioria treina por conta própria, sem acompanhamento de um profissional. A intenção pode até ser boa, mas o risco é alto.


Alguns cuidados precisam ser levados em conta na hora de se exercitar. A forma correta de preparar os equipamentos, a execução e a escolha do local são fundamentais. E o mais importante: Não ignorar os sinais do corpo.


Regilânio entrou recentemente com uma ação indenizatória na Justiça contra a academia onde aconteceu o acidente e contra a fabricante do equipamento. Ele quer driblar o diagnóstico de paraplegia e se apega ao 1% de chance de voltar a andar. E para isso, segue rigorosamente uma rotina de treinos e exercícios. O medo e a insegurança deram lugar ao recomeço, a uma nova vida.





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