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Domingo Espetacular

China intensifica perseguição a cristãos e passa a vigiar até igrejas autorizadas pelo governo

Templos regulamentados, reconhecidos pelo Estado e submetidos ao controle do Partido Comunista, estão sendo fiscalizados

Domingo Espetacular|Do R7

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Uma nova onda de repressão religiosa na China tem chamado atenção internacional. Agora, igrejas registradas e reconhecidas pelo próprio governo também estão sendo alvo de vigilância, controle e punições.

Há décadas, a China persegue as chamadas igrejas "de casa", como chamam os pequenos grupos cristãos que se reúnem em apartamentos ou porões e não possuem registro oficial. Mas, a repressão se ampliou: templos regulamentados, reconhecidos pelo Estado e submetidos ao controle do Partido Comunista, também estão sendo fiscalizados e pressionados.

As regras religiosas do país obrigam cerca de 60 mil templos a instalarem sistemas de vigilância, monitorados por autoridades policiais. Cruz, Bíblia, imagens e outros símbolos que não estejam alinhados à ideologia oficial são removidos, e câmeras são frequentemente posicionadas sobre púlpitos e altares. Transmissões ao vivo de cultos foram proibidas nas redes sociais, e reuniões só podem ocorrer em plataformas controladas pelo governo.

O governo também proíbe a frequência de menores de 18 anos nas igrejas e mantém rígido escrutínio sobre instituições religiosas oficiais. Organizações internacionais dizem que a repressão visa garantir que toda expressão religiosa esteja submetida ao Partido Comunista. Oficialmente, a China reconhece cinco religiões, mas, na prática, todas devem servir à ideologia estatal.

O impacto da repressão chinesa não se limita ao país. Em outros países asiáticos, há um clima de resistência, mas também de medo de que medidas semelhantes sejam implementadas.

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