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Domingo Espetacular

Clínica de reabilitação no Rio de Janeiro é investigada por tortura e cárcere privado

Denúncias apontaram agressões e sequestros em clínica terapêutica na Baixada Fluminense

Domingo Espetacular|Do R7

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A clínica de reabilitação "Eu Quero Viver", localizada em Itaboraí, região metropolitana do Rio de Janeiro, está sob investigação por denúncias de agressão e cárcere privado. Ex-pacientes relataram experiências traumáticas, incluindo espancamentos e confinamento forçado. A Polícia Federal e o Ministério Público estão investigando as acusações.


O caso ganhou destaque quando Pablo Rodolfo, um homem de 29 anos da Baixada Fluminense, foi sequestrado e internado à força na clínica. Ele foi resgatado pela polícia a 60 km de casa. Em relatos exclusivos ao Domingo Espetacular, Pablo descreveu momentos de terror no local.


A ex-namorada de Pablo pagou R$10 mil pelo serviço, alegando que ele era dependente químico. Outro caso semelhante envolve Alas Seixas, que também foi vítima do serviço de "captura". Ualace Gama relatou ter sido amarrado em casa antes de ser levado para a clínica, de onde só saiu após pagamento de resgate por um amigo da família.


Nas redes sociais, o local se apresenta com diferentes nomenclaturas, mas oficialmente é registrado apenas como comunidade terapêutica, sem autorização para internações forçadas. Wladimir da Silva Monteiro, apontado como diretor, possui ficha criminal extensa, incluindo crimes como roubo e homicídio.


Além dos abusos denunciados, há registros de mortes na clínica, como a de um homem de 36 anos, cuja causa foi parada cardiorrespiratória. A família foi orientada a ocultar que ele estava internado.




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