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Domingo Espetacular

Mulher tenta sequestrar bebê em hospital e diz que era 'brincadeirinha'

Técnica de enfermagem deixava estabelecimento com recém-nascido quando foi parada por vigilante de plantão, que teve ação rápida e decisiva no caso

Domingo Espetacular|Do R7

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Ter o filho sequestrado na maternidade é o pesadelo de muitas mães, e quase aconteceu com uma em um hospital de Brasília, não fosse a ação rápida de Késia, vigilante que notou que algo estava errado quando Camila, técnica de enfermagem, tentou sair com um bebê recém-nascido do estabelecimento. O Domingo Espetacular conta tudo do caso, que foi tratado por uma "brincadeira" pela suspeita, que acabou presa. A cena foi clara: ela pega um bebê que havia acabado de nascer, não fosse por um detalhe: sem o consentimento da família, e se preparava para deixar o local. E no setor por onde passava, não podia sair nada, a não ser que esteja com papel identificado e assinado. "Quando eu vi aquela manta, que é uma coisa do centro obstétrico, [pensei] 'não, tem um neném ali dentro, enrolado'. E a colaboradora não quis cooperar, infelizmente", relembra Késia à reportagem. Ela, que é mãe, teve a sensibilidade de notar que não podia deixar aquilo acontecer. O relógio marcava 13h19 quando a técnica de enfermagem surgiu com o recém-nascido nos braços. Ela parecia preocupada e olhava para trás algumas vezes. De repente, a vigilante de plantão percebe algo estranho, se levanta e corre até a mulher. As duas conversam e caminham de volta para o centro cirúrgico. A suspeita foi identificada como Eliane Borges Tavares Dias Vieira, de 44 anos, e que trabalha há três no hospital. Ela foi levada para a delegacia e defendeu-se alegando que tudo não passava de uma brincadeira para "testar" a segurança e negou que quisesse sequestrar o bebê. "Amo meu trabalho, cuido deles, cuido das mães. Eu seria incapaz de fazer uma coisa dessas", disse. A justificativa não convenceu a polícia, que diante dos fatos e todas as circunstâncias, determinou que ela teria realmente a intenção de subtrair a criança. As autoridades estão em fase de conclusão do inquérito e a técnica de enfermagem pode ser punida com dois a seis anos de prisão. Eliane vai responder o processo em liberdade e ficou proibidade de se aproximar do, agora, seu antigo local de trabalho. Em nota, a defesa manifestou que Camila vivenciou recentemente um contexto de extrema dor e vulnerabilidade emocional. Ela perdeu o pai e, seis meses depois, o filho, que estava no exterior. Esses episódios sucessivos teriam causado significativo abalo psicológico, o que resultaria na necessidade de afastamento previdenciário e acompanhamento psiquiátrico especializado. O Domingo Espetacular traz tudo sobre o caso passo a passo e leva Késia a uma visita à recém-nascida que salvou do crime. Em um momento emocionante e que mostra que, apesar do susto, a história teve um final feliz.

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