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Obsessão por enteada pode ter motivado madrasta a orquestrar assassinato de mulher no RJ

Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário planejou o crime por um mês e pagou R$ 20 mil para dois assassinos, segundo autoridades

Domingo Espetacular|Do R7

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O assassinato de Laís Pereira, de 24 anos, trouxe à tona uma história marcada por inveja, frieza e obsessão. Para a polícia, a jovem foi executada por ser mãe. A suposta mandante do crime é Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, madrasta de uma das crianças da vítima. Segundo familiares, Gabrielle nutria uma obsessão pela guarda da filha de Lucas, ex-companheiro de Laís.

A mulher se referia à menina como filha e buscava assumir o papel materno, provocando conflitos com Laís. Segundo as autoridades, a mulher arquitetou o assassinato de forma fria e calculista, com o objetivo de ficar com a guarda da criança. Laís, decoradora de festas, jamais cogitou renunciar à própria filha.

Gabrielle planejou o crime durante um mês e contratou dois homens para executá-lo: Erick Santos Maria, que dirigia a moto, e Davi de Souza Malto, responsável pelo disparo que matou Laís. Ambos confessaram o assassinato após serem presos. A mãe de Davi reconheceu o filho nas imagens divulgadas e ele se entregou para evitar retaliações.

As investigações policiais revelam que Gabrielle pagou R$ 20 mil pelo assassinato. Antes do crime, a madrasta havia enviado fotos falsas para incutir ódio nos executores, alegando que a filha e o padrasto de Laís cometiam abusos contra a menina.

Após o assassinato, Gabrielle tentou manter as aparências, chegando ao local do crime e se comportando normalmente. A polícia ainda aponta que ela manipulava Laís e Lucas, além de ter histórico de golpes financeiros. Nas redes sociais, Gabrielle se apresentava como mãe da menina e fazia festas para competir com Laís pelo afeto da filha.

A mulher se entregou à polícia no fim de semana. A mãe de Davi pediu perdão à família de Laís, afirmando que a dor deles é ainda maior. Enquanto isso, a família de Laís busca reduzir o impacto da tragédia sobre as crianças: o bebê ficou com o pai, e a menina está sob os cuidados da avó paterna. Parentes lamentam a perda e a crueldade do crime.

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