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Professora morre após procedimento estético irregular em salão de Ceilândia, no DF

O estabelecimento não possuía licença para operar e foi fechado pelas autoridades

Domingo Espetacular|Do R7

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A morte da professora Lidiane de Souza Alves após um procedimento estético em Ceilândia levanta preocupações sobre a segurança e regulamentação desses tratamentos. Aos 50 anos, Lidiane procurou um salão para tratar a queda de cabelo e recebeu uma injeção que resultou em complicações fatais. O estabelecimento não possuía licença para operar e foi fechado pelas autoridades.


Lidiane saiu de casa à tarde afirmando que faria as unhas e retornou com dificuldades respiratórias. Ela mencionou ter recebido um coquetel vitamínico por injeção no couro cabeludo. No caminho ao hospital, perdeu os sentidos e sofreu sete paradas cardíacas antes do falecimento às 18h23.


O salão onde o procedimento ocorreu havia sido inaugurado dois dias antes sem alvará sanitário ou autorização para realizar intervenções médicas. Valéria Rodrigues de Souza da Silva aplicou o produto, alegando ser biomédica; contudo, o Conselho Federal de Biomedicina confirmou sua falta de habilitação.


As investigações continuam enquanto se aguarda o laudo do Instituto de Criminalística para verificar a substância aplicada. A proprietária do salão responderá pelo exercício ilegal da medicina caso seja comprovada relação entre a aplicação irregular e a morte.




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