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Comércio ilegal de canetas emagrecedoras representa risco à saúde pública no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a comercialização e importação desses produtos por falta de registro

Fala Brasil|Do R7

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O comércio ilegal de canetas emagrecedoras vindas do Paraguai está gerando preocupação entre as autoridades brasileiras devido aos riscos que esses produtos representam para a saúde. As canetas estão sendo contrabandeadas e vendidas sem controle ou orientação médica. Fábio, um personal trainer, relatou sofrer graves efeitos colaterais após usar uma dessas canetas adquirida sem prescrição.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização e importação desses produtos por falta de registro e métodos desconhecidos na fabricação. Apesar disso, o mercado clandestino continua ativo nas redes sociais e grupos de mensagens. Investigações mostram vendedores oferecendo pacotes com ampolas por preços elevados e combinando entregas presenciais.


Especialistas alertam sobre os perigos associados ao uso desses produtos não regulamentados. Sem garantias sobre composição ou armazenamento adequado, os riscos à saúde dos usuários são significativos. Entre maio e dezembro do ano passado, a Receita Federal apreendeu mais de 8 mil unidades na fronteira com o Paraguai; este número aumentou expressivamente este ano.


Depoimentos como o de Fábio destacam os efeitos adversos de usar canetas ilegais: suspeitas de pancreatite, vômitos intensos e alterações mentais foram algumas consequências enfrentadas. A situação acende um alerta para a conscientização pública sobre os perigos desses produtos irregulares no Brasil.

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