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Esposa de Lito Sousa nega privilégio para obter medicamento experimental

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou excepcionalmente a importação da substância ALN-6457

Fala Brasil|Do R7

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Mila Seidl, esposa do influenciador Lito Sousa, explicou o processo pelo qual sua família conseguiu acesso a um medicamento experimental para tratar a doença de Creutzfeldt-Jakob. Ela negou qualquer privilégio ou favorecimento no procedimento. Segundo Mila, com apoio médico e sem vagas em estudos experimentais disponíveis, eles buscaram o chamado "uso compassivo" diretamente com uma farmacêutica.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou excepcionalmente a importação da substância ALN-6457. O composto ainda está na fase pré-clínica e não possui estudos clínicos formalizados em humanos para tratamento da condição específica de Lito.


Mila relatou que ela e seu marido participaram ativamente das entrevistas necessárias ao lado dos médicos responsáveis. Após serem informados sobre o fechamento das vagas nos estudos iniciais devido à capacidade esgotada e não por falta de requisitos preenchidos por Lito, eles conseguiram contato direto com outra empresa farmacêutica interessada no caso dele.


Após reuniões bem-sucedidas com essa nova companhia e cumprindo todas as exigências legais junto ao FDA dos Estados Unidos e outras autoridades competentes brasileiras como o Ministério da Saúde, foi possível obter permissão especial para utilizar tal medicação inovadora.

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